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Suspeita de torturar e matar filho da namorada é demitida de cargo comissionado

A mulher teria deixado o menino Davi Gustavo Marques de Souza, em uma Unidade de Pronto Atendimento. Segundo o laudo médico, ele já estava morto quando deixado no local

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Da redação
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Suspeita de torturar e matar o filho de 3 anos da namorada, a servidora comissionada Fabíola Pinheiro Bracelar, de 22 anos, que ocupava o cargo de ‘monitor de programa’ da coordenação de esportes foi exonerada nesta quinta-feira (28), pela Prefeitura de Nova Marilândia, Mato Grosso.

De acordo com a ocorrência, Fabíola teria deixado o menino Davi Gustavo Marques de Souza, em uma Unidade de Pronto Atendimento da cidade. Segundo o laudo médico, ele já estava morto quando deixado no local.

Algumas testemunhas afirmaram à polícia que o menino era constantemente espancado pela mãe, Luana Marques Fernandes, de 25 anos, e por Fabíola. As duas foram autuadas pelo crime de tortura qualificada com resultado morte.

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Segundo o laudo sobre a morte do menino indicou que ele teve um intenso sofrimento físico com graves ferimentos.
A causa da morte foi constatada como espancamento e esmagamento, uma vez que, além das lesões externas, foram identificados vários pontos de hemorragia interna na região do abdômen da criança.

A demissão de Fabíola foi publicada do Diário Oficial da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM).




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