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Surto de coceira pode ter sido causado por mariposa

Foi emitido um alerta epidemiológico para que as unidades de saúde das redes pública e privada notifiquem, imediatamente, o Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs) do Recife ao atender um caso suspeito

De acordo com a Secretaria Executiva de Vigilância em Saúde do Recife, a principal hipótese da causa do surto de lesões na pele que provocam coceira é de que os sintomas sejam provocados por uma espécie específica de mariposa, a Hylesia.

A mariposa poderia causar dermatite urticante, caracterizada pela pele avermelhada acompanhada de feridas e intensa coceira pelo corpo. Como as análises ainda não foram concluídas, outras hipóteses continuam sendo investigadas.

Surto de coceira

As notificações dos casos variaram entre 1º de outubro e 11 de novembro. Os primeiros casos identificados foram de crianças, na Zona Norte da cidade

Foi emitido um alerta epidemiológico para que as unidades de saúde das redes pública e privada notifiquem, imediatamente, o Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs) do Recife ao atender um caso suspeito

A Secretaria de Saúde informou que “tem discutido os casos com equipe clínica e que as investigações epidemiológica, entomológica e laboratorial estão em andamento”.

Na Zona Norte da cidade, sete pessoas que vivem na mesma casa apresentaram sintomas. “Aqui na minha casa estava todo mundo com coceira e caroço vermelho na pele. A comunidade toda estava, quase todo mundo. O pessoal do posto veio até aqui para fazer exame, mas não saiu ainda o resultado”, contou Márcia Emanuelle da Silva, de 27 anos.

“Algumas pessoas diziam que era a água, outras que era por conta dos mosquitos. Depois descobrimos que estavam em outras comunidades também”, lembrou Márcia.

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Já na casa de Marcella Almeida, 30 anos, ela foi a única a apresentar os sintomas. O marido e os filhos de 2 e 6 anos não tiveram nada.

“Mas outras pessoas da família do meu marido tiveram e muitas gente por aqui. Várias pessoas estão indo no posto de saúde todos os dias do mesmo jeito que eu estava”, contou Marcella.








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