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Justiça concede habeas corpus, e policial que matou homem no cinema é solto

Suspeito e vítima discutiram em uma sala de cinema por causa de uma poltrona

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Foto: Reprodução

Da redação
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O Tribunal de Justiça concedeu o pedido de habeas corpus a favor do policial militar Dijavan Batista dos Santos, de 37 anos. Ele matou a tiros o bioquímico Júlio Cesar Cerveira Filho dentro de uma sala de cinema após uma discussão. 

O habeas corpus foi concedido há dias, desde a última quinta-feira (8). “Não havia motivos para ele continuar preso, ele colaborou com a Justiça desde o princípio, entregou a arma, prestou socorro”, afirmou o advogado de Dijavan.

Relembre o caso

Há pouco mais de um mês, Dijavan dos Santos e Júlio César Filho tiveram uma discussão em uma sala de cinema de Dourados, no Mato Grosso do Sul. Eles estavam com os respectivos filhos e aguardavam para ver o filme “Homem-Aranha: Longe de casa”.

A discussão foi referente a espaço nas cadeiras. Após os ânimos se exaltarem, Dijavan sacou a arma e atirou em Júlio César, que morreu na hora.

A arma de Dijavan, uma pistola .40, não era registrada. Ele disse que era do pai e confessou que usava de vez em quando.

 

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