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Criança é jogada do 4º andar de prédio e fica ferida no Benedito Bentes; mulher é suspeita

O menino M. A. S. S., de 6 anos ficou ferido ao ser supostamente arremessado do 4º andar de um prédio pela companheira do próprio pai

Foto: Reprodução

Na madrugada desta segunda-feira, 23, o menino M. A. S. S., de 6 anos ficou ferido ao ser supostamente arremessado do 4º andar de um prédio pela companheira do próprio pai no bairro de Benedito Bentes, em Maceió. A Polícia Militar esteve no imóvel e verificou que a mulher, de 31 anos, fugiu depois do crime.

Segundo o 5º Batalhão da PM, apenas o pai da vítima foi encontrado na residência e contou que a tentativa de homicídio aconteceu logo após uma discussão entre o casal fora do imóvel. Depois da briga, a esposa entrou no apartamento, pegou a criança e a jogou pela janela.

Os policiais realizaram buscas pela mulher, porém ela não foi encontrada.

A vítima deu entrada na UPA do Benedito Bentes e estava consciente, segunda a equipe médica. Em seguida, ele foi encaminhado ao Hospital Geral do Estado (HGE), no Trapiche, para fazer exames de maior complexidade. A criança continua internada na unidade de saúde, onde recebe os cuidados médicos necessários.

“O Hospital Geral do Estado (HGE) informa que o menor M. A. S. S., de 6 anos, está internado na Área Vermelha. Ele chegou nesta segunda-feira (23), às 2h40, com ferimentos causados por agressão corporal. No momento seu quadro de saúde é considerado estável”, mostra o boletim divulgado pelo hospital nesta manhã.

Relato do pai

O menino estava morando com o pai e a madrasta há cerca de 8 meses, desde que a mãe dele faleceu.

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O conselheiro tutelar disse ainda que o pai informou que estava bebendo com a esposa, quando a mulher teve uma crise de ciúmes e disse que iria matar o menino. Após a ameaça, a mulher pegou a criança e a jogou do apartamento.“Agora eu estou aguardando o andamento da situação aqui no hospital para seguir para a Central de Flagrantes para registrar um Boletim de Ocorrência e solicitar a visita de um médico legista para fazer um exame de corpo de delito”, disse o conselheiro.








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