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Bebê arrancado da barriga da mãe morta em loteamento vai para adoção

Crime ocorreu em outubro do ano passado.Sete pessoas foram presas 

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O bebê que foi arrancado da barriga da mãe, assassinada em um loteamento em outubro do ano passado, vai para adoção. A informação foi confirmada pela assessoria do Tribunal de Justiça de Rondônia (TJ-RO) nesta quarta-feira (22).

De acordo com a juíza da Vara da Infância e Juventude, a criança está bem, engordou e está forte. Ela continua na Unidade de Acolhimento Lar do Bebê. A Justiça não revelou o porquê da decisão. O pai da criança chegou a demonstrar interesse em ficar com ela.

O menino é filho de Fabiana Pires Batista, então de 23 anos, que foi morta a facadas. Gustavo Henrique, de 7 anos, também filho da vítima, foi morto na mesma região.

A Polícia Civil concluiu que oito pessoas são suspeitas de envolvimento no crime, sendo seis adolescentes (irmã e tia das vítimas, de 13 anos) e dois maiores de idade. Porém, sete foram presas e apreendidas.

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O caso 

Uma mulher, de 34 anos, foi presa na terça-feira (22). Cátia Barros Rabello é suspeita de participar da morte de Fabiana Pires Santana, de 23 anos, e do filho dela, Gustavo Henrique Pires Maciel, de sete anos. Um adolescente de 15 anos, que é filho de Fabiana, está apreendido na Unidade de Internação Provisória, juntamente com os outros suspeitos envolvidos.

O crime ocorreu no sábado (19) em Porto Velho. Uma menor de 13 anos confessou ter matado a irmã e o sobrinho. A motivação do crime seria as repreensões da irmã mais velha com a menor, além disso, o marido de Fabiana teria abusado da menina.

Fabiana, que estava grávida, foi atraída para o local pelo adolescente de 15 anos, e atacada a pauladas e golpes de faca na região do pescoço e peito pela irmã de 13. Antes de morrer, o filho que ela estava esperando foi arrancado a força da barriga dela, pela menor.

De acordo com a delegada responsável pelo caso, o bebê foi levado pelo adolescente de 15 anos, que planejava ajudar a mãe a dar um golpe em um garimpeiro. A delegada conta que a mãe do adolescente namorava um garimpeiro, e teria pego a criança para dizer que o bebê seria dele.

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A menina de 13 anos contou à polícia que agrediu a pedradas o sobrinho Gustavo Henrique, de sete anos, e em seguida jogou o menino na lagoa próximo onde a mãe dele foi encontrada morta.

Em depoimento, Cátia Barros contou que a participação dela no crime foi de entregar as luvas usadas pelos menores para arrancar o bebê da barriga da mãe. Ela confessou ter interesse na criança, já que ela estava forjando uma gravidez.

A mulher relatou que no dia do crime, os menores se reuniram na casa dela para arquitetar a morte de Fabiana. Ainda na casa, eles teriam providenciado os objetos utilizados no crime.

Cátia contou à delegada que já tinha escolhido o nome para o filho de Fabiana e que pretendia ficar com a criança. Ainda em depoimento, afirmou que chegou a levar o bebê para o companheiro conhecer.

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A mulher prestou esclarecimentos e foi encaminhada ao presídio, onde ficará a disposição da Justiça.

 


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