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Após ser presa, filha de Belo afirma não saber que trabalhava para golpistas

Jovem, de 21 anos, afirmou que estava com muitas dívidas e aceitou o trabalho para conseguir uma “renda extra”

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Foto: Divulgação
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A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu Isadora Alkimin Vieira, filha do cantor Belo, e outras 11 mulheres suspeitas de integrarem uma organização criminosa que cometia diversas fraudes. A jovem alegou, em depoimento às autoridades, que não tinha conhecimento de que estava trabalhando para golpistas. Além disso, a jovem, de 21 anos, afirmou que estava com muitas dívidas e aceitou o trabalho para conseguir uma “renda extra”.

A prisão ocorreu no último dia 1o. De acordo com a Delegacia de Combate às Drogas (Dcod), o grupo é acusado de integrar uma quadrilha que induzia as vítimas a repassarem seus dados bancários e, posteriormente, entregarem seus cartões a motoboys para serem utilizados pela organização criminosa.

A polícia prendeu Isadora e as 11 mulheres em um apartamento em Jacarepaguá. O local funcionava como uma espécie de central de telemarketing do grupo.

O Portal Extra teve acesso ao depoimento depoimento da filha do cantor. A jovem teria afirmado que sua função era coletar dados e fazer anotações sobre várias pessoas. Ela também alegou que jamais entrava em contato direto com as vítimas e apenas trabalhava com as informações que já estavam disponibilizadas no computador. No entanto, Isadora admitiu que desconfiava da destinação ilícita dos dados.

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Ela afirmou que estava há menos de um mês atuando com o grupo e havia recebido uma ajuda de custo de R$ 600, “pois estava na fase de aprendizado da função de coleta de dados”. Apesar da renda da jovem vir exclusivamente de seus pais, ela alegou que aceitou o trabalho para conseguir uma renda extra, já que havia adquirido algumas dívidas.

Isadora residia com a mãe, em São Paulo, mas resolveu viajar com as amigas até o Rio. Posteriormente, ela acabou permanecendo na cidade e passou a morar no local onde foi presa com o grupo.

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Foto: Reprodução/Instagram

Isadora e as outras mulheres tiveram a prisão preventiva decretada e respondem pelo crime de organização criminosa. Os advogados das suspeitas entraram com um pedido de liberdade provisório que foi indeferido. A jovem continua presa em uma unidade prisional do Rio.

Na audiência de custódia, realizada no dia 12 de novembro, cinco integrantes do grupo foram beneficiadas com prisão domiciliar, uma vez que possuem filhos menores de 12 anos.

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