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Acusado de feminicídio é absolvido pelo Tribunal do Júri por falta de provas

A defesa do rapaz apresentou um vídeo com supostas imagens que indicariam que ele não estava no local no momento do crime

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Diego José da Silva, de 25 anos, acusado de matar a ex-namorada e a amiga dela em 2014, em Cuiabá, foi inocentado pelo Tribunal do Júri. Por insuficiência de provas, o júri não reconheceu Diego como autor do duplo assassinato.

A adolescente Poliana Alessandra de Araújo Alves, de 14 anos, e a amiga dela, Luzinete Lemos Rodrigues, de 16, foram mortas na quitinete, onde uma delas morava. Os corpos das vítimas foram encontrados nus e com sinais de espancamento.

Preso 13 dias depois, como o principal suspeito pelo crime Diego sempre negou o crime. A defesa do rapaz apresentou um vídeo com supostas imagens que indicariam que ele não estava no local no momento do crime.

O rapaz estava preso no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Pontes e Lacerda, município a 483 km de Cuiabá.

No júri, o Conselho de Sentença, ao analisar o caso, não reconheceu a autoria atribuída ao acusado, nem para a morte de Poliana quanto a morte da amiga dela. Com isso, ele foi absolvido.

Diego não tinha passagens criminais e, à época, trabalhava na 2ª Delegacia de Polícia Civil, antigo Centro Integrado de Segurança e Cidadania (Cisc), no Bairro Planalto, por meio de uma empresa terceirizada de limpeza.


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