A Unilever foi a campeã da Superliga feminina de vôlei depois de reagir a derrotas nos dois primeiros sets. O duelo contra o Sollys/Nestlé terminou 3 sets a 2, com parciais de 22/25, 19/25, 25/20, 25/15 e 15/9, na manhã deste domingo, no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo. A vitória rendeu o oitavo título do principal campeonato nacional da modalidade ao Rio de Janeiro.
O primeiro set começou com o Osasco melhor. A equipe comandada por Bernardinho mostrou boa reação na metade da parcial, mas voltou sentir a pressão na parte final. Os dois times finalistas cometeram erros atípicos na etapa inicial. O jogo evoluiu muito no segundo set, com bons ralis e jogadas eficientes. O equilíbrio esteve presente até a metade da parcial, quando o Sollys colocou um ritmo melhor e fechou com larga vantagem.
A Unilever conseguiu reagir e impedir que o Sollys definisse o jogo em três sets, com uma vitória que interferiu na parcial seguinte. A força mostrada pelo time azul, no terceiro set, continuou na quarta etapa, quando o Rio abriu a maior diferença do jogo e empatou o duelo. No tiebreak, a equipe carioca manteve o domínio.
Apesar da Unilever ter terminado o primeiro turno da Superliga com a primeira colocação, muito se falou sobre o favoritismo do Sollys para esta final. O técnico Bernardinho repetiu inúmeras vezes que a equipe de Osasco era melhor, apesar de Sheilla ter considerado isso um truque do treinador para transmitir a pressão para o adversário. Fato é que o Rio de Janeiro se tornou octacampeão do principal campeonato nacional da modalidade, com uma campanha de 21 vitórias e apenas duas derrotas.
A final da Superliga feminina neste domingo também foi marcada por uma grande festa no Ginásio do Ibirapuera. Antes mesmo da partida começar, as torcidas vibravam na arquibancada, dividida nas cores azul e laranja. Um show de dançarinos abriu o evento que terminaria com a dança das jogadoras de azul.