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Tubarões do Cerrado entra em clima de revanche

Arquivo Geral

02/08/2013 10h15

Composto em sua  maioria, por Rubro-Negros fanáticos, a equipe de futebol americano, Tubarões do Cerrado, até que tentou esconder a vivalidade, que vem do tradicional futebol. Porém, eles garantiram que vão entrar no campo do Cave, no Guará, amanhã com sede de revanche contra o Vasco, às 15h. 

 

Em 2011 os dois times se enfrentaram pela terceira edição do Touchdown – campeonato mais disputado de futebol americano entre as equipes do País – na época, os Tubarões já comemoravam a vitória até serem surpreendidos no último minuto pela equipe cruzmaltina, que virou o jogo.

 

“É óbvio que, com o tempo, conseguimos nos preparar bem melhor do que em 2011. Sou flamenguista e só por ter o Vasco como adversário, já vou entrar com mais vontade de bater. Aqui não dá para separar as coisas”, intimida Victor Fialho.

 

Provocação

Pedro Ramos ainda fez questão de ressaltar a derrota do adversário na final do torneio de Touchdown, em 2012. “Eles são bons, mas serão eternos vices, mesmo que seja no futebol americano. Ano passado, conseguiram chegar à final, mas perderam para o Corinthians. De quê adianta? (risos)”, brincou o atleta, enquanto observava o clima discontraído dos companheiros. Pois eles não perdiam a oportunidade de fazer piada sobre o confronto com o eterno rival.

 

Sem se intimidar com a derrota de 2011, George Mota citou o feito antigo, porém fez questão de ressaltar a sede de revanche que alimenta desde então. “Vamos entrar em campo com fome de cabeça de bacalhau”, alfineta, em referência ao mascote do Vasco. “Aqui todo mundo tem por obrigação odiar vascaíno”, disse, às gargalhadas.  

 

Gringo há um mês na cidade

Enquanto o grupo penteava o cabelo e se preparava para a sessão de fotos, uma figura destoava dos demais. Com um jeito diferente e sem conhecimento algum da língua portuguesa, Devon Dawson – norte-americano e treinador do Tubarões do Cerrado – aos poucos se aproximava dos demais. 

 

Morador da capital há um mês, Devon já está  apaixonado pela cidade, bem como da equipe que decidiu liderar. “Gosto de viajar o mundo com a oportunidade de melhorar o esporte. Assim que recebi a proposta de vir ao Brasil, fiquei surpreso e aceitei o desafio”, lembra o estrangeiro. Ele tem o contrato com a equipe até o fim do ano. “Quanto mais pessoas conhecem o esporte, mais ele cresce. É isso o que eu quero”, conclui o técnico.

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