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Responsabilidade extra para atleta paralímpico

Arquivo Geral

03/08/2013 12h00

No tilintar das 40 medalhas conquistadas no Mundial de Atletismo Paralímpico de Lyon, na França – entre os dias 19 a 28 de julho, que colocou o Brasil na terceira colocação, atrás de Rússia e Estados Unidos –, a delegação canarinho foi recebida com muita festa e emoção no Palácio do Planalto. 

 

Na cerimônia, a presidente Dilma Rousseff anunciou os primeiros 44 nomes dos beneficiados pelo programa Bolsa Atleta Pódio – projeto destinado a atletas olímpicos e paralímpicos. O plano servirá para preparar os nomes que representarão o país na Olimpíada de 2016. 

 

Contemplado com a bolsa, que varia de cinco a R$ 15 mil, Ariosvaldo Fernandes da Silva, o Parré, exibia com orgulho sua medalha de bronze conquistada no atletismo com cadeira de rodas. Ao lado dos companheiros , Parré mostrava um largo sorriso e não desgrudava do prêmio adquirido no exterior. 

 

“Tive paralisia infantil, mas sempre gostei de esportes. Antes de entrar para o atletismo, jogava basquete e me sentia muito bem, mas a paixão pela corrida falou mais alto e quero continuar aqui até o corpo aguentar”, prevê o capixaba, que treina em Brasília. 

 

CARREIRA E FAMÍLIA

 

Parré, além do bronze no Mundial da França, trouxe ao Brasil mais dois ouros em competições do passado. Um nos Jogos Parapan-Americanos de Guadalajara, em 2011 e o outro no Parapan-Americano do Rio, em 2007. Morador de Ceilândia, o atleta não escondeu a emoção ao falar sobre a o apoio da família em prosseguir no esporte e o amor que sente pela filha de cinco anos. “Quando cheguei da França, minha filha fez uma festa e eu me emocionei demais. Minha família com certeza é o meu porto seguro”, confessa o atleta.

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