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Reservas do Uniceub/Brasília agradecem

Arquivo Geral

04/04/2013 10h28

Eles quase sempre estão ali, sentados no banco, esperando por um chamado do técnico José Carlos Vidal para ter uma oportunidade de brilhar. O que poucas vezes aconteceu durante o NBB 2013, porém, será diferente hoje. A partir das 20h, diante do Mogi das Cruzes, os reservas do UniCeub/BRB serão lembrados com frequência pelo treinador.

 

Vindo de uma dura sequência de jogos – mesclando entre partidas do Nacional e da Liga das Américas –, o time candango chegou ao limite da força física. Exatamente por conta disso, José Vidal adotará um revezamento com todos do elenco.

 

“São três semanas jogando todos os jogos fora de casa e fora da rotina. Isto faz com que a gente perca um pouco a concentração, e abaixe o nível de jogo. Com isso, até a paciência fica menor”, confessa o armador Eric Tatu, que certamente substituirá o titular Nezinho, um dos mais atuantes e desgastados da equipe.

 

Outros coadjuvantes que terão chance de mostrar que têm basquete suficiente para jogar mais vezes são os atletas mais jovens. Ronald – cria do UniCeub/BRB – e Isaac – o sexto homem na temporada – são os principais, além de Rossi, Ismar e companhia.

 

Passado

No primeiro turno, neste mesmo confronto, a equipe brasiliense atuou diante de sua torcida e conquistou uma vitória tranquila diante do Mogi, por 94 x 67.

 

Mas, como bem diz o ditado “quem vive de passado é museu”, os tricampeões não tomarão a antiga vitória como garantia. “O Mogi é um time que não está bem no campeonato, mas é chato jogar fora de casa de novo. A gente não quer perder e fazer essa graça para eles. Temos que entrar forte para levar essa”, diz o ala Arthur. O adversário está em 13º e vem de uma série de três derrotas consecutivas.

 

Bola cheia

Dono de 16 vitórias consecutivas – quebradas pelos dois últimos reveses contra Pinheiros e São José, respectivamente –, o UniCeub/BRB não pretende deixar a peteca cair novamente. “Temos time para ganhar de qualquer equipe fora de casa, e já mostramos isso por várias vezes”, confia Tatu. “Apesar do cansaço e do stress dos jogos, a gente não tem muita opção, temos que dar 100%” reforça Arthur.

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