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Quem será o iluminado?

Arquivo Geral

21/02/2013 9h37

Marcus Eduardo Pereira

marcus.eduardo@jornaldebrasilia.com.br

 

 

A pedido do Jornal de Brasília, dois dos principais atletas dos líderes do Novo Basquete Brasil (NBB) deixaram a rivalidade de lado e se reuniram em frente ao palco do 20° clássico entre UniCeub/BRB e Flamengo, que ocorre logo mais, às 21h, no Ginásio Nilson Nelson.

 

Do lado da trupe candanga, o armador Nezinho foi o escolhido para falar sobre a quinta partida entre as duas equipes na temporada 2012/13 – elas se enfrentaram no Sul-Americano de Clubes (duas vezes), Liga das Américas (uma vez) e no primeiro turno do NBB, o polêmico jogo mil da Liga.

 

Até o momento, foram duas vitórias para cada lado e o tira-teima de hoje pode ser favorável ao time de Brasília, que não perde para o Rubro-Negro carioca dentro da capital federal há sete jogos.

 

Além da vantagem em seus domínios, o UniCeub/BRB leva a melhor também no retrospecto total: em 19 jogos, venceu 10, um a mais que o arquirrival. 

 

Para empatar essa disputa, os cariocas contarão com o jogador mais eficiente do NBB até aqui, o ala Marquinhos, o escolhido do JBr para conversar sobre o clássico que movimenta a cidade. 

 

Com uma média de 22 pontos por jogo, o camisa 11 rubro-negro é um dos quatro jogadores que estarão em quadra e foram membros da seleção brasileira de basquete nas Olimpíadas de Londres, no ano passado. 

 

Clima cordial

Deixar a rivalidade de lado não foi tão difícil para as duas estrelas durante o bate-papo no Nilson Nelson. Companheiros de seleção, eles trocaram palavras, cumprimentos e esbanjaram sorrisos.

 

O clima só ficou sério na hora de falar sobre o clássico. Nenhum dos dois cogitou entregar as armas. Ainda assim, falaram sobre o que pensam do duelo (veja na página ao lado).

 

Divididos até na compra

Na hora de comprar seus ingressos, os professores Elmo Andrade e Jeferson Figueiredo começaram a “cornetar” as preferências de cada um.  “Eu acho estranho um cara da nossa cidade torcer para um time do Rio de Janeiro”, alfinetou Jeferson, ao falar sobre seu amigo Elmo. 

 

Sorridente e sem ligar muito para o amigo, o rubro-negro Elmo retruca perguntando para que time Jeferson torce, até arrancar uma confissão interessante. “Fora de Brasília, eu sou Flamengo. Mas aqui, na nossa terra, tem que torcer para o time da casa”, explicou Jeferson.

 

Corriqueiro

Eles são reflexo do que será a torcida esta noite, totalmente divida. “O basquete de alto nível tem trazido à cidade mais entretenimento”, confessou Elmo, mesmo irredutível na torcida pelo time carioca.

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