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Piso gera desconforto

Arquivo Geral

14/08/2013 9h20

A novela protagonizada pelo time Brasília/Vôlei em relação à chegada e uso do piso ideal tem data para acabar. O secretário de Esporte Júlio Ribeiro diz que o material está em processo de oficialização e até amanhã tudo estará resolvido. Enquanto isso não acontece, jogadoras confessam que o intervalo perdido na espera pela quadra é prejudicial.

 

Com um mês e meio para o início das atividades da Superliga – prevista para o dia 27 de setembro –, a levantadora Camilla Adão lamenta. “A maioria das atletas tem mais de 30 anos e é normal a gente sentir o joelho por conta do desgaste. O ideal é que o piso estivesse aqui para treinarmos de maneira mais completa. Com certeza isso prejudica um pouco, mas é o que temos”, reclama a tricampeã da Superliga. 

 

A caminho do vestiário após o treino de ontem pela manhã, já nas dependências do ginásio em Taguatinga, Paula Pequeno reforçou a opinião da levantadora.  “Por compormos um time não tão jovem, temos que respeitar nossos limites. Precisamos um piso ideal porque a gente treina muito mais do que joga, é o lugar em que mais nos prepara e isso cria uma sobrecarga.”

 

Panos quentes

Por se tratar de um início de trabalho, a experiente jogadora diz que ainda está em tempo para chegar a solução. “Esse tempo de espera pode ser prejudicial sim, mas a comissão técnica tem feito um trabalho muito bom e estamos dividindo os treinamentos com saltos na areia e sem saltos na quadra. Sinto que tudo está equilibrado”, conclui.

 

O auxiliar técnico da equipe, José Peron, garante que a chegada ou não do piso ainda não é fundamental. “Estamos na areia porque é o habitual na preparação aqui e em qualquer outro time. Em quadra não treinamos saltos porque ainda não é hora de treinar saltos”, defende o representante.

 

O piso Taraflex, cedido pela CBV, chegará no fim do mês. Enquanto isso, a equipe fará uso do material de competições de vôlei do Ginásio Nilson Nelson, que fechou para reforma e seguirá assim até novembro.

 

Saiba Mais

Sem nunca visitado Brasília antes de chegar nesta segunda-feira à capital, a jogadora de vôlei Vivi Góes já procura apartamento em Águas Claras para se instalar. 

 

A localização que pretende morar é a mesma da maioria das colegas de equipe, já que o local fica próximo ao trabalho, no Sesi Taguatinga. Além dela, Érika Coimbra e Camilla Adão aguardam os últimos detalhes para finalmente saírem do hotel disponível para as atletas em Taguatinga.

 

Com a presença de Vivi no time, todos aguardam apenas a chegada da norte-americana Danielle Scott entre as atletas já contratadas. Para completar a equipe que vai atuar na Superliga dia 27 de setembro, o técnico Sérgio Negrão conta que ainda restam três vagas a serem preenchidas.

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