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Outros atletas também apelaram para a violência

Arquivo Geral

15/02/2013 9h07

Vicente Melo

vicente.melo@jornaldebrasilia.com.br

 

 

Fama, fortuna, idolatria são alguns dos bônus da vida de um atleta da nata do esporte. Acompanhado a isso tudo, há também um “lado B” que por vezes destrói completamente a vida de um esportista. Lamentavelmente, às vezes esta faceta é acompanhada por violência e, nos piores cenários, a crimes brutais que não encontram explicação.

 

Oscar Pistorius não inaugurou a galeria de atletas que por um motivo ou outro praticaram crimes violentos contra companheiras. No Brasil, o goleiro Bruno Souza é acusado de ser o mentor intelectual de uma barbárie sem precedentes.

 

Então capitão do Flamengo, o jogador vivia grande fase na carreira. Até que começou a pagar pela língua. Em uma das brigas entre Adriano e sua então namorada, Joana Machado, o goleiro foi a público e soltou uma das suas pérolas: “Quem nunca saiu na mão com uma mulher?”, disse. Outra “bomba” após um episódio envolvendo o Imperador e sua companheira, foi: “Em briga de marido e mulher, ninguém mete a colher, xará.”

 

Caso eliza

Envolto nessas declarações, ele tinha um caso com Eliza Samúdio. Famoso por promover orgias em seu apartamento, Bruno engravidou a ex-modelo. A jovem, então, passou a pressioná-lo para assumir a paternidade da criança. Começou então um caso escabroso.

 

Bruno convidou Eliza para um sítio em Ribeirão das Neves, perto de Belo Horizonte, onde a moça foi assassinada por comparsas. O corpo desaparecido teria sido dado a cachorros. Atualmente, Bruno está preso e aguarda julgamento, previsto para o mês que vem.

 

Réu confesso

Em 1994, o ex-jogador de futebol americano O.J. Simpson assassinou sua ex-esposa, Nicole Brown, e um amigo dela, Ronald Goldman, de forma brutal. Com ciúme da ex-mulher, ele invadiu a casa dela e matou ambos a facadas. Preso após uma perseguição de carro que parou a transmissão de um dos jogos da final da NBA daquele ano, ele confessou a culpa. Três anos depois, ele foi considerado culpado pelas mortes por um tribunal da Califórnia e ainda foi condenado a pagar US$ 62 milhões em indenizações às famílias. Contudo, ficou livre da cadeia por o júri considerar que algumas acusações foram colocadas por motivos raciais.

 

Em 2007, O. J. foi condenado a nove anos de prisão por roubo e formação de quadrilha após tomar a força antigos itens esportivos que eram dele.

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