Foram sete jogos no Super Four e o balanço da seleção brasileira de basquete é positivo – seis vitórias e uma única derrota, domingo, para a Argentina. Nesse período, quem também ficou bem cotado foram os representantes do UniCeub que defendem as cores verde e amarela: Alex, Arthur e Giovannoni.
Mesmo atuando bem menos do que o de costume nos jogos do UniCeub – o técnico Rúben Magnano aproveita os amistosos do torneio para testar todas as possibilidades com os 15 jogadores que possui –, eles têm contribuído.
Contra a Argentina, por exemplo, o capitão do time candango, Alex, se destacou com cinco rebotes e 16 pontos. O ala Arthur confessa que o desempenho deles está longe do apresentado nos jogos do Novo Basquete Brasil (NBB). “Estamos bem. Mas o ritmo é diferenciado do NBB porque disputamos tempo e espaço com todos. Nos jogos não ficamos muito em quadra, diferentemente de quando estamos no UniCeub”, compara Arthur Belchor. “Por isso ainda não voltamos ao ritmo pesado que o NBB exige.”
Descanso incerto
Após a derrota fatídica que rendeu a eliminação nas quartas de final do último NBB contra o São José, em 9 de maio, os jogadores do UniCeub descansam até a reapresentação do elenco, prevista para a segunda quinzena de setembro. Enquanto isso, Arthur, Alex e Giovannonni, mesmo que em proporção e exigência menor, marcam presença nas quadras com o Brasil.
Assim que retornarem para a Capital, os três retomarão os trabalhos pela equipe candanga com o peso do desgaste físico do campeonato internacional. No último sábado, o ala/pivô Giovannoni confessou a probabilidade de ele e os colegas de seleção brasileira folgarem alguns dias antes de defenderem o UniCeub. Já Arthur confessou não ter conversado com ninguém a respeito e que quem dita o futuro é o próprio campeonato.
“Tudo depende de como vamos chegar de lá da Venezuela (Copa América). Nunca tivemos problemas com a diretoria, mas isso é conversado. Creio que eles não vão exigir nada além do que podemos suportar”, espera o camisa 4.