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Entrevista: Nezinho, o pequeno gigante

Arquivo Geral

07/04/2013 9h00

Welington Reginaldo dos Santos é o atual armador e destaque do UniCeub/BRB. Sim,  este é o nome que está registrado em sua carteira de identidade e talvez você o conheça pelo apelido: Nezinho, que era dado ao irmão mais velho, Wilson Santos, e logo foi passado a ele quando nasceu. Wilson virou “Nenezão” e Welington virou “Nenezinho”.

 

Durante os 40 minutos de conversa , com direito a piadas do atleta, o Jornal de Brasília perguntou tudo e ele desabafou. Nezinho, nascido no interior de São Paulo e torcedor do Corinthians, nos contou como se sentiu sobre a sua não ida às Olimpíadas de Londres-2012, falou do companheirismo dos amigos de quadra, comentou sobre o trabalho impecável do técnico da equipe, José Carlos Vidal, e destacou a adaptação da família na Capital como um dos principais fatores de seu sucesso. Candidato a MVP do Novo Basquete Brasil (NBB), o armador fã de Michael Jordan acredita que terá fôlego para a Olimpíada de 2016. Hoje, às 11h, ele entra em quadra para encarar o Minas, na Asceb, na 904 Sul.

 

Deixando a humildade de lado, você concorda que atualmente é o melhor jogador do Novo Basquete Brasil (NBB)?

Não sei se sou o melhor (risos). Mas acho que estou entre eles, creio que estou fazendo um grande campeonato.

 

Nos outros anos, você viveu à sombra do Alex e de Giovannoni. Hoje você é o destaque. O que aconteceu?

O nosso time é muito bom. Mas num momento particular, eu estou bem comigo mesmo e com a minha família. A minha esposa, hoje, está bem adaptada na cidade, então isso ajuda bastante, sem contar que eu treino muito mais agora do que antes.

 

O fato de não ter ido à Olimpíada de Londres te dá motivação para se destacar e tentar ir para a próxima, aqui no Brasil em 2016?

Depois de oito anos na seleção, e ajudando o time a se classificar, o técnico me cortou. Foi meio que um “baque”. Eu tentei de tudo e eu acho que a carreira segue, este é outro ano e estou dando o meu máximo.

 

Houve algo, nos bastidores, que te impediu de ir, além do corte? Uma briga ou discussão?

Até onde eu sei, não. A minha preparação física não era a mesma dos outros atletas e, até hoje, as pessoas sempre me cobram isso. Nos jogos, eu recebia mensagens do tipo: “parabéns pelo jogo”, e eu nem estava lá (risos), era muito engraçado. O mais importante é isso: eu ter tentado e todos querendo que eu fosse, mas não deu certo.

 

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