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À espera de melhorias

Arquivo Geral

02/05/2013 10h55

Em 2011, quando o conselho da Federação Internacional de Vela (ISAF) excluiu a classe Star do programa olímpico da edição de 2016, no Rio, os principais atletas da modalidade se revoltaram.

 

Em Brasília para disputar o Campeonato Brasileiro da classe Star, o medalhista olímpico Lars Grael se mostrou totalmente descontente com a situação. “A Federação de Vela Internacional vem agindo por uma lógica meramente política, em uma disputa interna pelo poder dessa instituição, sem observar questões técnicas”, criticou o velejador. Especula-se que um lobby de patrocinadores de outras classes tenha sido decisivo para a exclusão da Star no cronograma.

 

A classe Star é conhecida por reunir os mais renomados velejadores do mundo e constava nos Jogos Olímpicos desde 1932.

 

Decisão pode mudar

Mesmo contrariado com a intervenção política no esporte, Lars Grael acredita que a situação possa mudar ainda no fim do ano. ”Existe a possibilidade da ISAF reconhecer esse erro. Terá uma reunião em setembro entre a própria entidade, o COI e o Comitê Organizador de 2016”, revelou.

 

Nas palavras, Grael carrega a esperança de dias melhores para sua classe. “Esperamos que o bom senso prevaleça, a Star volte aos Jogos Olímpicos e que o Brasil possa conquistar mais medalhas”, desabafou.

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