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Gastronomia

Guia Michelin 2019: quem ganhou e quem perdeu estrelas

Enquanto Nova York celebrava o MET Gala, em São Paulo, cozinheiros do Rio deJaneiro e de São Paulo se reuniam no Hotel Unique, em São Paulo, para saber o resultado da edição brasileira do Guia Michelin Brasil , prêmio que nasceu como um guia para caminhoneiros e que se tornou o mais celebrado do mundo.

Alguns saíram de lá bastante felizes, como a entrada na prestigiosa publicação. Caso do chef Luiz Felipe Souza, do paulistano Evvai; Alberto Landgraf, do Oteque, e Nello Cassese, do Cipriani, ambos no Rio de Janeiro.

Já Alex Atala, que manteve as duas estrelas para o D.O.M, não teve uma noite assim tão completa. Seu Dalva e Dito perdeu a honraria, assim como o Fasano, cuja cozinha é comandada pelo italiano Luca Gozzani.

Ainda mantiveram as duas estrelas o Tuju, de Ivan Ralston, e Oro, de Felipe Bronze. Infelizmente, ainda não foi dessa vez que o Michelin honrou uma casa brasileira com as disputadas três estrelas.

Na categoria Bib Gourmand do Michelin, que elege restaurante de bom custo benefício, entraram os paulistanos A Baianeira, Balaio IMS, Barú Marisqueria, Corrutela e Koma. Do Rio de Janeiro, estrearam o Lília e o Pici Trattoria, que pertence ao Grupo 14zero3, cujo chef executivo é o inquieto Elia Schramm.

Confira a lista completa

Uma estrela:
Cipriani – chef Nello Cassese*
Evvai- chef Luiz Filipe Souza*
Oteque – chef Alberto Landgraf*
Huto – chef Edmundo Ribeiro
Jun Sakamoto – chef Jun Sakamoto
Kan Suke – chef Keisuke Egashira
Kinoshita – chef Ken Tanaka
Kosushi- chef George Koshoji e Frank Utsonomia
Lasai – chef Rafa Costa e Silva
Maní – chef Helena Rizzo
Mee – chef Itamar Araújo
Olympe- chef Thomas Troisgros
Picchi – Chef Píer Paolo Picchi
Ryo Gastronomia – chef Edson Yamashita
Tangará Jean-Georges – chef Felipe Rodrigues

Duas estrelas:
D.O.M – chefs Alex Atala e Geovane Carneiro
Oro- chef Felipe Bronze
Tuju – chef Ivan Ralston

Bib Gourmand:

A Baianeira- chef Manuelle Ferraz*
Balaio IMS – chef Marcelo Carvalho*
Barú Marisqueria- chef Dagoberto Torres*
Corrutela- chef Cesar Costa*
Komah – chef Paulo Shin*
Lília- chef Lucio Vieira*
Pici Trattoria – chef Elia Schramm*
A Casa do Porco – chef Jefferson Rueda
Artigiano- chef Ana Lúcia Aleixo
Arturito – chef Paola Carosella
Bio- chef Plattini Vieira
Bistrot de Paris- chef Alain Poletto
Brasserie Victória- chef Vitória e Vivian Azar
Casa Santo Antônio- chef Rafael Januzzi
Ecully- chefs Guilherme Tse Cândido e Juliana Amorim
Fitó- chef Cafira Foz
Jiquitaia- chef Marcelo Correa Bastos
Lá Peruana Cevicheria-chef Marisabel Woodman
Le Bife- chef Erick Jacquin
Manioca- chef Bianca Monteiro
Miam Miam- chef Roberta Ciasca
Mimo- chef Volney Ferreira
Mocotó- chef Rodrigo Oliveira
Peti Gastronomia- chef Victor Dimitrow
Piccolo- chef Marcelo Laskani
Piu- chef Marcelo Laskani
Pomodorino- chef Ana Lúcia Aleixo
Tanit- chef Oscar Bosch
Ton Ton- chef Gustavo Rozzino
Tordesilhas – chef Mara Salles
Zena Caffè – chef Carlos Bertolazzi

*Casas que entraram no Guia Michelin esse ano.

Como é feita a seleção do Michelin

O Guia Michelin tem um time de avaliadores de vários países que percorrem o mundo inspecionando os restaurantes que já são contemplados com as estrelas e apostas que acreditam merecer a inclusão na publicação.

Os inspetores chegam às casas sem serem reconhecidos e vivem a experiência como clientes comuns, pagando todas as contas. Mais do que terem vasta experiência em hotelaria, hospitalidade ou gastronomia, precisam de paladar e senso estético apurado.

O que significam as honrarias do Michelin

Três estrelas: são dadas àqueles restaurantes que valem a viagem, que têm cozinha e serviço excepcionais.
Duas estrelas: são dadas a restaurantes que valem um desvio na viagem, que têm cozinhas excelentes.
Uma estrela: é dada a casas requintadas, que vale ser conhecida.
Bib Gourmand: dado a casas com excelente custo benefício.

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