< !--StartFragment -- >Se a última desavença com o goleiro Marcos terminou em churrasco, o protesto recebido pelo técnico Wanderley Luxemburgo após a partida contra o Grêmio pode não acabar em pizza. O treinador pediu providências por parte da diretoria após o conselheiro Carlos Degon integrar um grupo de palmeirenses que cercou o carro do treinador na saída do Parque Antártica. E a solicitação foi aceita.
O presidente do Conselho Deliberativo do Palmeiras, Seraphim Del Grande, abriu uma sindicância para apurar os acontecimentos de domingo. Cinco conselheiros serão responsáveis pelas investigações.
“Na segunda-feira, eu já tinha telefonado para o diretor de sede (José Carlos Vinite Martins ) e pedi um relatório. Agora, todas as pessoas envolvidas serão chamadas para dizer o que aconteceu”, afirmou Seraphim Del Grande, em entrevista por telefone.
Após as investigações, caso a sindicância considere desrespeitosa a atitude de Carlos Degon, o assunto será levado para o Conselho Deliberativo do Palmeiras. Portanto, o conselheiro corre o risco de sofrer uma punição interna.
“Pode ser um advertência ou até uma suspensão porque um conselheiro não pode se portar de maneira imprópria em uma situação como essa”, disse Seraphim Del Grande.