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< !--/hotwords -- >Após a contusão muscular de Alex Afonso e o pedido do paraguaio Florentín para deixar o Palmeiras na semana passada por não agüentar a pressão por resultados, o técnico Caio Júnior apostou no jovem Max diante do Atlético-PR e deixou claro que precisava de três reforços para o setor ofensivo.
O primeiro foi anunciado logo depois da derrota para os paranaenses: o atacante Rodrigão, que estava no futebol árabe. “Estávamos monitorando o Rodrigão há mais de um mês. É um atleta aguerrido, rápido, forte, corajoso, não é pesado, já jogou em time grande (Santos) e tem um histórico de gols (marcou dez vezes em 15 jogos na Arábia)”, enumerou o gerente de futebol Toninho Cecílio.
“O Rodrigão é um atleta interessante e agora é com ele. Mas também estamos olhando uma situação ou outra no mercado e acreditamos que ainda é possível qualificar o grupo com mais jogadores”, acrescentou o dirigente.
Questionado sobre Denílson, que vem se condicionando fisicamente na Academia de Futebol e está sem clube, Toninho foi cauteloso. “Claro que não vou dizer que ele está descartado porque se trata de um atleta de alto nível, mas primeiro ele precisa se condicionar. Depois, vamos ver a necessidade do grupo e a vontade dele”, afirmou.
Com relação ao meia Fabiano Gadelha, do Marília, o cartola diz que “a situação travou na questão dos jogadores envolvidos na negociação”. O clube do interior queria o meia Caio e o atacante Alex Afonso por empréstimo e mais uma compensação financeira, mas o Palmeiras negou e tenta colocar outros atletas em pauta. “Não desistimos. Está parado”, disse.
Toninho só mostrou irritação ao comentar o caso do atacante Kléber, que estava apalavrado com a diretoria palmeirense e acabou fechando com o Santos. “Eu nunca disse que a situação do Kléber estava definida ou próxima de um acerto. Havia uma proposta, mas, se ele decidiu jogar no Santos, que seja feliz lá”, comentou.
“O que não vou admitir é o senhor Luiz Henrique de Menezes (dirigente santista) dizer que ele não quis vir para cá porque o Palmeiras é um clube decadente. Não é clube decadente coisa nenhuma e isso será provado no Campeonato Brasileiro. Temos muito respeito pelo presidente Marcelo Teixeira, mas não vamos admitir esse tipo de declaração”, esbravejou.
< !--/hotwords -- >O primeiro foi anunciado logo depois da derrota para os paranaenses: o atacante Rodrigão, que estava no futebol árabe. “Estávamos monitorando o Rodrigão há mais de um mês. É um atleta aguerrido, rápido, forte, corajoso, não é pesado, já jogou em time grande (Santos) e tem um histórico de gols (marcou dez vezes em 15 jogos na Arábia)”, enumerou o gerente de futebol Toninho Cecílio.
“O Rodrigão é um atleta interessante e agora é com ele. Mas também estamos olhando uma situação ou outra no mercado e acreditamos que ainda é possível qualificar o grupo com mais jogadores”, acrescentou o dirigente.
Questionado sobre Denílson, que vem se condicionando fisicamente na Academia de Futebol e está sem clube, Toninho foi cauteloso. “Claro que não vou dizer que ele está descartado porque se trata de um atleta de alto nível, mas primeiro ele precisa se condicionar. Depois, vamos ver a necessidade do grupo e a vontade dele”, afirmou.
Com relação ao meia Fabiano Gadelha, do Marília, o cartola diz que “a situação travou na questão dos jogadores envolvidos na negociação”. O clube do interior queria o meia Caio e o atacante Alex Afonso por empréstimo e mais uma compensação financeira, mas o Palmeiras negou e tenta colocar outros atletas em pauta. “Não desistimos. Está parado”, disse.
Toninho só mostrou irritação ao comentar o caso do atacante Kléber, que estava apalavrado com a diretoria palmeirense e acabou fechando com o Santos. “Eu nunca disse que a situação do Kléber estava definida ou próxima de um acerto. Havia uma proposta, mas, se ele decidiu jogar no Santos, que seja feliz lá”, comentou.
“O que não vou admitir é o senhor Luiz Henrique de Menezes (dirigente santista) dizer que ele não quis vir para cá porque o Palmeiras é um clube decadente. Não é clube decadente coisa nenhuma e isso será provado no Campeonato Brasileiro. Temos muito respeito pelo presidente Marcelo Teixeira, mas não vamos admitir esse tipo de declaração”, esbravejou.