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O Santos não precisa ganhar do Bragantino para chegar à decisão do Campeonato Paulista, mas o objetivo do técnico Wanderley Luxemburgo é conter a afobação do setor ofensivo de sua equipe. Por ser o time grande da semifinal, o Peixe joga cercado pela expectativa de se classificar com uma vitória.
Na primeira partida do mata-mata com o Bragantino, Luxemburgo ficou irritado com a atitude do Santos. “Não vi tantos erros. O único foi que a equipe se expôs demais, desnecessariamente. Parecia que decidiríamos a competição naquele jogo”, lembrou o treinador.
Desde o empate sem gols do Pacaembu, os jogadores do Peixe apontam a mesma falha detectada pelo comandante, conforme observou o zagueiro Antônio Carlos. “Faltou tranqüilidade, paciência, fazer a bola rolar, mas já falamos muito sobre isso durante a semana”, afirmou o veterano.
Wanderley Luxemburgo ficou satisfeito ao saber que os atletas estavam repetindo suas palavras. “Já começamos a mudar nossa mentalidade a partir da atitude deles. Se eles pensaram que tem alguma coisa por fazer, ficaram irritados, então estamos no caminho certo”, aprovou.
O Santos vai mudar seu estilo de jogo neste domingo, mas o Bragantino não. Apesar de precisar da vitória para se classificar, o técnico Marcelo Veiga já avisou que apostará na marcação para surpreender. No Peixe, a postura já era esperada.
Nei Pandolfo, auxiliar de Luxemburgo, dirigiu o Bragantino em 1998 e 2001, além de ter trabalhado como secretário de esportes de Bragança Paulista em 2003, e foi o primeiro a prever a postura de sua ex-equipe. “O Nei nos passou que eles vão continuar postados atrás, sem sair muito para o jogo”, contou o meia Cléber Santana, outro que minimizou a preocupação em furar o bloqueio adversário.
“No primeiro jogo, fomos afobados, querendo resolver tudo de uma vez. Agora, vamos ter mais paciência”, garantiu Santana, para satisfação do técnico Wanderley Luxemburgo.
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Desde o empate sem gols do Pacaembu, os jogadores do Peixe apontam a mesma falha detectada pelo comandante, conforme observou o zagueiro Antônio Carlos. “Faltou tranqüilidade, paciência, fazer a bola rolar, mas já falamos muito sobre isso durante a semana”, afirmou o veterano.
Wanderley Luxemburgo ficou satisfeito ao saber que os atletas estavam repetindo suas palavras. “Já começamos a mudar nossa mentalidade a partir da atitude deles. Se eles pensaram que tem alguma coisa por fazer, ficaram irritados, então estamos no caminho certo”, aprovou.
O Santos vai mudar seu estilo de jogo neste domingo, mas o Bragantino não. Apesar de precisar da vitória para se classificar, o técnico Marcelo Veiga já avisou que apostará na marcação para surpreender. No Peixe, a postura já era esperada.
Nei Pandolfo, auxiliar de Luxemburgo, dirigiu o Bragantino em 1998 e 2001, além de ter trabalhado como secretário de esportes de Bragança Paulista em 2003, e foi o primeiro a prever a postura de sua ex-equipe. “O Nei nos passou que eles vão continuar postados atrás, sem sair muito para o jogo”, contou o meia Cléber Santana, outro que minimizou a preocupação em furar o bloqueio adversário.
“No primeiro jogo, fomos afobados, querendo resolver tudo de uma vez. Agora, vamos ter mais paciência”, garantiu Santana, para satisfação do técnico Wanderley Luxemburgo.