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Futebol

Rivalidade entre Brasiliense e Ceilândia está no ar

Arquivo Geral

11/03/2012 11h04

Ian Ferraz
ian.ferraz@jornaldebrasilia.com.br
 

A maior rivalidade no futebol do Distrito Federal é entre Gama e Brasiliense. Mas se tem um adversário que virou uma pedra no sapato do Jacaré na história recente é o Ceilândia.

O Gato Preto foi o responsável pela quebra da hegemonia local do time de Taguatinga, quando em 2010 levantou a taça do Candangão. Antes disso, o time de Luiz Estevão havia conquistado seis títulos consecutivos. De lá para cá, quando o Brasiliense vê o uniforme alvinegro do clube de uma das cidades mais populosas do DF, é sinal de preocupação na certa.

Hoje, os dois últimos campeões candangos voltam a se enfrentar, no Serejão, às 16h. Provocações e rivalidade não faltarão.

O técnico Luiz Carlos Barbieri está cheio de problemas para escalar o Jacaré. Estão vetados pelo departamento médico o lateral-esquerdo Tiago Piai, o zagueiro Teco, o volante Ederson e o atacante Bachin. Por outro lado, Daniel Amorim e Tezelli, que sentiram no duelo contra o Guarani, estão convocados. Rodrigo Cardoso, Somália, Valdo e Wudson são as novidades entre os 11 titulares.

De olho no forte ataque do Ceilândia, o zagueiro Somália explica o que é necessário para parar Dimba e companhia. “O Cassius é alto e protege bem a bola. O Dimba é muito perigoso. Não podemos dar espaço”, explicou o zagueiro.
Ferrugem, que já foi treinado por Adelson de Almeida, sabe bem o que o Jacaré deve fazer para não ser surpreendido. “Tem que impor o ritmo de jogo. Já que o Sobradinho ganhou, temos que vencer também. Marcar o Ceilândia é complicado. Não podemos dar espaço para o Claudionor, e se o Dimba jogar também é um perigo”, alertou o capitão.

Adelson não confirmou a escalação do camisa 7. Preferiu deixar o mistério no ar. “As chances são de 50%. Ele está curado e pronto, mas só vou definir amanhã (hoje)”, disse o comandante do Gato.

O treinador adora enfrentar o Brasiliense, e explica o motivo. “Eles jogam e deixam jogar. Temos um retrospecto bom contra eles, e o nível da equipe deles é alto. A única palavra que eles conhecem lá é a vitória, independente do que estão disputando. Quem entra quer mostrar serviço”, alertou Adelson.

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