A diretoria do Botafogo reclamou muito do fato de o Fluminense, mandante do clássico de sábado entre as duas equipes, ter vetado o treino que o Alvinegro faria nesta quinta-feira para reconhecer o gramado do Estádio Olímpico João Havelange, o Engenhão, palco do duelo. O supervisor do Botafogo, Márcio Thompson, foi quem acusou o Tricolor de agir nos bastidores para impedir o treinamento, decisão acatada pela Prefeitura, dona do estádio. Nesta manhã de quinta-feira, após treino realizado nas Laranjeiras, o técnico Renato Gaúcho respondeu aos botafoguenses e acabou provocando o rival.
“Eu não quero entrar nesse detalhe, pois eu não gosto de fazer papel de Big Brother, ou seja, fazer gente desconhecida aparecer. O que eu falei é que o gramado não está maravilhoso e que se o Botafogo fosse treinar lá, o Fluminense teria que treinar também, o que seria prejudicial para o espetáculo. Esse mauricinho que está falando muito no sábado não vai jogar e nem entrar em campo”, disse Renato Gaúcho, cutucando Thompson.
O treinador foi além e disse que dirigente botafoguense criticou o planejamento do Fluminense para a partida. Em resposta, o treinador voltou a atacar o Alvinegro carioca. “Quem está falando do nosso planejamento está equivocado, mas talvez a gente esteja com o nosso tempo um pouco apertado porque estamos planejando a colocação da faixa de campeão, algo que o Botafogo não tem feito nos últimos tempos”, afirmou o treinador do Tricolor carioca.
As declarações de Renato Gaúcho devem fazer aumentar o ódio que boa parte da torcida botafoguense tem do treinador, ainda por causa de sua participação como jogador na final do Campeonato Brasileiro de 1992. Na ocasião Renato era ponta-direita do Alvinegro, que perdeu do Flamengo o primeiro jogo da decisão por 3 x 0 e no dia seguinte Renato se deixou fotografar e filmar no churrasco de comemoração dos flamenguistas.
O fato irritou a diretoria do Botafogo e o então presidente Emil Pinheiro, que tinha tirado Renato do Flamengo a peso de ouro, dispensou o atleta, até hoje considerado pessoa não grata em General Severiano. No ano passado, quando se especulava a contratação de Renato Gaúcho para ser técnico do Botafogo o vice-presidente de futebol do clube, Carlos Augusto Montenegro, lembrou o episódio e vetou o possível acerto.
“Eu não quero entrar nesse detalhe, pois eu não gosto de fazer papel de Big Brother, ou seja, fazer gente desconhecida aparecer. O que eu falei é que o gramado não está maravilhoso e que se o Botafogo fosse treinar lá, o Fluminense teria que treinar também, o que seria prejudicial para o espetáculo. Esse mauricinho que está falando muito no sábado não vai jogar e nem entrar em campo”, disse Renato Gaúcho, cutucando Thompson.
O treinador foi além e disse que dirigente botafoguense criticou o planejamento do Fluminense para a partida. Em resposta, o treinador voltou a atacar o Alvinegro carioca. “Quem está falando do nosso planejamento está equivocado, mas talvez a gente esteja com o nosso tempo um pouco apertado porque estamos planejando a colocação da faixa de campeão, algo que o Botafogo não tem feito nos últimos tempos”, afirmou o treinador do Tricolor carioca.
As declarações de Renato Gaúcho devem fazer aumentar o ódio que boa parte da torcida botafoguense tem do treinador, ainda por causa de sua participação como jogador na final do Campeonato Brasileiro de 1992. Na ocasião Renato era ponta-direita do Alvinegro, que perdeu do Flamengo o primeiro jogo da decisão por 3 x 0 e no dia seguinte Renato se deixou fotografar e filmar no churrasco de comemoração dos flamenguistas.
O fato irritou a diretoria do Botafogo e o então presidente Emil Pinheiro, que tinha tirado Renato do Flamengo a peso de ouro, dispensou o atleta, até hoje considerado pessoa não grata em General Severiano. No ano passado, quando se especulava a contratação de Renato Gaúcho para ser técnico do Botafogo o vice-presidente de futebol do clube, Carlos Augusto Montenegro, lembrou o episódio e vetou o possível acerto.