Depois de deixou a seleção portuguesa, após a disputa do terceiro lugar na Copa do Mundo da Alemanha no ano passado, o atacante Pauleta não tem tido vida fácil. Maior artilheiro do time nacional de Portugal, o jogador declarou que está tendo a pior temporada de sua carreira, depois de completar 330 minutos sem marcar gols.
Aos 34 anos, ele pode ver, junto de seus companheiros, o rebaixamento do Paris Saint-Germain, time que defende desde a temporada 2003/04, para a segunda divisão do Campeonato Francês. O time da capital é o 17º colocado do torneio nacional, uma posição acima da zona de rebaixamento.
“Esta temporada está sendo a pior da minha carreira. Não há outra maneira de descrevê-la. Espero realmente que tudo acabe bem, tão rápido quanto possível. No início da dela, descobrimos que tínhamos novos proprietário e presidente”, explicou o experiente atacante, que ainda falou dos problemas que o time teve na temporada.
“Um dos nossos jogadores (o meio-campista francês Dhorasoo) deixou o clube em circunstâncias difíceis, houve troca de técnico, novos jogadores chegaram durante a abertura do mercado e então aconteceram os problemas com os torcedores. Tive temporadas bem menos agitadas! Mas quando se joga no Paris, temos de estar preparados para tudo, temos de ser fortes mentalmente.”
Aos 34 anos, ele pode ver, junto de seus companheiros, o rebaixamento do Paris Saint-Germain, time que defende desde a temporada 2003/04, para a segunda divisão do Campeonato Francês. O time da capital é o 17º colocado do torneio nacional, uma posição acima da zona de rebaixamento.
“Esta temporada está sendo a pior da minha carreira. Não há outra maneira de descrevê-la. Espero realmente que tudo acabe bem, tão rápido quanto possível. No início da dela, descobrimos que tínhamos novos proprietário e presidente”, explicou o experiente atacante, que ainda falou dos problemas que o time teve na temporada.
“Um dos nossos jogadores (o meio-campista francês Dhorasoo) deixou o clube em circunstâncias difíceis, houve troca de técnico, novos jogadores chegaram durante a abertura do mercado e então aconteceram os problemas com os torcedores. Tive temporadas bem menos agitadas! Mas quando se joga no Paris, temos de estar preparados para tudo, temos de ser fortes mentalmente.”