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Futebol

Oswaldo culpa desentrosamento e empolgação por sustos em goleada

Arquivo Geral

13/05/2015 7h00

O Palmeiras se classificou para a terceira fase da Copa do Brasil vencendo o Sampaio Corrêa por 5 a 1, mas o resultado não deixou Oswaldo de Oliveira plenamente satisfeito. Apesar de balançar as redes cinco vezes para virar o jogo no segundo tempo, o time levou duas bolas na trave, viu um gol adversário ser anulado e ainda contou com boas defesas de Fernando Prass.

“Houve um momento de empolgação após o terceiro gol e eles esqueceram o equilíbrio que precisamos ter. Na Copa do Brasil, não se pode cometer esse tipo de erro. Se levar os gols, não tem como correr atrás na próxima rodada. Isso foi observado até com veemência para eles no vestiário, agora quando a partida se encerrou. Vamos editar em vídeo e mostrar a eles, não pode voltar a acontecer”, prometeu o técnico.

Antes da empolgação, o problema foi o desentrosamento. Essa é a explicação do treinador para o sofrível desempenho do time no primeiro tempo: o zagueiro Wellington, o volante Amaral e o lateral esquerdo Egídio nunca atuaram com o restante da escalação.

“Infelizmente às vezes acontecem essas coisas, por mais que conversemos e trabalhemos. Nosso time foi muito mal no primeiro tempo. Até que começou bem, mas ficou difícil depois que levamos o gol”, comentou Oswaldo, que abriu mão de poupar para Robinho para colocá-lo no lugar de Amaral e mudar o panorama da partida.

“Estava muito sobrecarregada a criação das jogadas, por causa da inibição inicial do Wellington, a falta de adaptação do Egídio e a volta do Amaral. O ideal era até que o Robinho não jogasse porque tem um quadro que exige precaução, mas precisamos e ele deu o que estava faltando no início da jogada, com rapidez e lucidez”, comemorou.

“Eu estava torcendo para acabar o primeiro tempo. Eu queria trocar duas peças, mas preferi me resguardar e trocar uma só, e felizmente as coisas aconteceram. Hoje passava mais pela troca do que pela conversa. A conversa aconteceu, a gente criou outra maneira de sair com a bola e a entrada do Robinho facilitou muito”, analisou Oswaldo.

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