Operado dos ligamentos do joelho esquerdo no último dia 18 de maio, o atacante Osmar tem comparecido diariamente à Academia de Futebol do Palmeiras para passar por sessões de fisioterapia com Luiz Rosan. Nesta segunda-feira, no intervalo entre as sessões, recebeu uma homenagem de torcedores do Verdão: um caderno contendo dois mil e-mails com mensagens de apoio postadas no site “Palmeiras Todo Dia”.
Emocionado, o jogador agradeceu o carinho da torcida que canta e vibra e falou brevemente com os jornalistas. Na conversa com a imprensa, acabou confirmando que a previsão médica lhe dá a esperança de retornar aos campos nas rodadas finais do Brasileiro. Mas a prudência manda voltar somente em 2008.
“Uma lesão desse tipo costuma demorar de seis a oito meses para curar totalmente. Mesmo que eu esteja em condições em novembro, terei apenas um mês para entrar em forma e readquirir ritmo antes das férias. Acho que o melhor é voltar somente ano que vem”, avisou.
O jogador confirmou que ainda sente dores no local da cirurgia, mas deixou escapar que não é isso o que mais o machuca neste tempo longe dos campos: “O mais difícil é vir todo o dia aqui na Academia e ver isso daí”, resignou-se, apontando para o gramado da Academia, onde Guarani e reservas do Palmeiras disputavam um jogo-treino. “Ficar sem jogar é ruim demais”, concluiu.
Emocionado, o jogador agradeceu o carinho da torcida que canta e vibra e falou brevemente com os jornalistas. Na conversa com a imprensa, acabou confirmando que a previsão médica lhe dá a esperança de retornar aos campos nas rodadas finais do Brasileiro. Mas a prudência manda voltar somente em 2008.
“Uma lesão desse tipo costuma demorar de seis a oito meses para curar totalmente. Mesmo que eu esteja em condições em novembro, terei apenas um mês para entrar em forma e readquirir ritmo antes das férias. Acho que o melhor é voltar somente ano que vem”, avisou.
O jogador confirmou que ainda sente dores no local da cirurgia, mas deixou escapar que não é isso o que mais o machuca neste tempo longe dos campos: “O mais difícil é vir todo o dia aqui na Academia e ver isso daí”, resignou-se, apontando para o gramado da Academia, onde Guarani e reservas do Palmeiras disputavam um jogo-treino. “Ficar sem jogar é ruim demais”, concluiu.