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Futebol

Nem Sérgio cobrando falta salva o ano, diz Picerni

Arquivo Geral

27/11/2006 0h00

Desfalcado de Juninho Paulista (expulso) e Paulo Baier (terceiro amarelo), o técnico Jair Picerni não acredita que uma vitória sobre o Fluminense, na rodada final do Brasileirão, possa fazer o torcedor recuperar a alegria. Na despedida do Parque Antártica em 2006, ecoou o grito de que “os palmeirenses estão cansados de sofrer”.

“Tínhamos de ter vencido contra o Inter, que era nosso último jogo em casa. Foi uma tragédia o que nós vimos, apesar da permanência da Série A”, lamentou Jair Picerni. A partida contra o Fluminense não vale mais nada porque as duas equipes já escaparam do rebaixamento e não têm outras pretensões.

Contra o Colorado, Diego Cavalieri torceu o tornozelo e teve de ser substituído ainda no primeiro tempo. Portanto, Sérgio tem alguma chance de ser titular na última partida do ano, que deve ser também a última do goleiro com a camisa do Palmeiras. Domingo, no Parque Antártica, o camisa 12 foi homenageado pela torcida, que o conhece desde 1992. Perdendo por 4 x 1, os palmeirenses gritaram para que ele cobrasse faltas perto da área. Jair Picerni não autorizou a ousadia.

“Graças a Deus fomos ajudados pelo Goiás e nos livramos do rebaixamento. Vamos tentar deixar uma boa impressão contra o Fluminense”, disse Sérgio, que não deve receber aval para ir ao ataque no futuro.

O goleiro treina faltas esporadicamente e já chegou a arriscar cobrança em amistosos e em um jogo de pequena importância. Mesmo assim, Jair Picerni não pretende ouvir a sugestão dos torcedores. “Não é para agradá-los. Acho que a torcida viu o que está acontecendo com o Rogério Ceni e acabou pedindo o Sérgio por brincadeira”, completou o treinador.

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