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Ventilado como novo comandante de Corinthians, Fluminenses e outras equipes que possam perder seus treinadores, o técnico Abel Braga vai seguir no Internacional para a disputa do Campeonato Brasileiro e da Recopa Sul-americana.O presidente Vitório Píffero confirmou a permanência do treinador, que não mostrou a intenção de deixar o Beira-Rio.
“Não poso deixar o Inter hoje. Tenho muito respeito pelo Colorado, estou aqui há 19 anos e virei torcedor da equipe. Não existe multa rescisória, nada. O clube me deixou à vontade e eu também estou. Se chegar uma proposta financeiramente melhor, vou sentar com o presidente e ver o que é melhor”, destacou Abel.
O treinador, assim como havia feito quando sondado pelo Corinthians, negou qualquer contato com o Tricolor carioca. “Eu tenho contrato com o Inter. Além disso, eu tenho um grande amigo no Fluminense, que é o Joel (Santana). Não tem como eu conversar lá com o Joel trabalhando. Além disso o Branco (coordenador de futebol) vem fazendo um grande trabalho lá”, afirmou.
Sob a pressão dos colorados, Abel minimizou as críticas e garante estar acostumado com elas no Beira-Rio. “Essa pressão é normal, pois ano passado foi a mesma coisa, perdemos o Gauchão em casa. Quem sabe essa disposição mostrada aqui hoje não é um prenúncio de um grande Brasileiro”, destacou.
< !-- /hotwords -- >“Não poso deixar o Inter hoje. Tenho muito respeito pelo Colorado, estou aqui há 19 anos e virei torcedor da equipe. Não existe multa rescisória, nada. O clube me deixou à vontade e eu também estou. Se chegar uma proposta financeiramente melhor, vou sentar com o presidente e ver o que é melhor”, destacou Abel.
O treinador, assim como havia feito quando sondado pelo Corinthians, negou qualquer contato com o Tricolor carioca. “Eu tenho contrato com o Inter. Além disso, eu tenho um grande amigo no Fluminense, que é o Joel (Santana). Não tem como eu conversar lá com o Joel trabalhando. Além disso o Branco (coordenador de futebol) vem fazendo um grande trabalho lá”, afirmou.
Sob a pressão dos colorados, Abel minimizou as críticas e garante estar acostumado com elas no Beira-Rio. “Essa pressão é normal, pois ano passado foi a mesma coisa, perdemos o Gauchão em casa. Quem sabe essa disposição mostrada aqui hoje não é um prenúncio de um grande Brasileiro”, destacou.
“Nós não queríamos essa eliminação e é claro que ela é uma tragédia. Mas é preciso analisar os fatos. Comecei a temporada sem oito titulares. Na Libertadores, o primeiro jogo não podia escalar Fernandão, Pato, Iarley e tantos outros. Por isso o torcedor protesta. Eles fez a parte dele nos jogos e não correspondemos. Mas houveram erros que tentaremos não repetir no segundo semestre”, concluiu o comandante.