Às vésperas do clássico contra o Santos, nesta quinta-feira, o zagueiro Marinho admitiu que torcida pelo time da Baixada quando era criança. O atleta, que nasceu na cidade litorânea e começou a carreira na Portuguesa Santista, disse que “não tinha como ter outra opção”.
“Eu tenho dois irmãos e sou o caçula. Ou seja, por livre e espontânea pressão, eu tinha que torcer pelo Santos”, revelou. “Mas há dez anos eu torço para o time que eu trabalho”, acrescentou, procurando evitar polêmica.
Marinho afirmou que o técnico Emerson Leão ainda não confirmou sequer o esquema tático a ser utilizado no clássico. A tendência é que o treinador opte por três zagueiros. Como Betão está suspenso, o camisa 13 seria o único garantido no setor.
As outras duas vagas estariam entre Sebá, Marcus Vinícius, Marquinhos e André Leone. Marinho diz que a escolha não o preocupa. “O treinador tem que colocar quem ele acha melhor para o momento e, fazendo o que ele pede, não importa se é um zagueiro pesado ou mais leve”, observa.
“Todos os zagueiros aqui têm estilos diferentes, mas o Leão vai pedir para jogarmos de uma forma e nós temos apenas de corresponder”, completa o jogador, que prega “tranqüilidade e sabedoria para buscar os três pontos”.