Depois de sofrer sua 13ª contusão na carreira e passar pela segunda cirurgia em menos de um ano, o goleiro Marcos perdeu a paciência. Recuperando-se da operação no antebraço esquerdo, o camisa um do Palmeiras mostrou otimismo em estar presente na estréia alviverde no Brasileirão, dia 13, diante do Flamengo. “Estou treinando com uma espuma de proteção por garantia, pois o braço ainda não está bom e preciso evitar maiores impactos. Mesmo assim, acredito que estarei pronto para jogar se o Caio precisar de mim”, apostou.
Se estiver no Maracanã para a rodada inicial do Campeonato Brasileiro, Marcos terá um comportamento diferente do mostrado até agora em seus 14 anos de Palmeiras. Tudo graças ao atacante Reginaldo, do Juventus, que o tirou de campo na partida disputada no último dia 11 de março.
“Ele entrou naquela jogada para me quebrar todo, não só o meu braço. Acho que é porque eu tenho fama de bonzinho. Sempre achei que o melhor era sair para acertar só a bola, mas os outros não pensam assim quando vão dividir comigo. Vou ter que voltar mais precavido, e acho que um pouco de maldade no futebol de hoje em dia é essencial”.
Diante do impacto de sua declaração, Marcos explicou o que é ser “maldoso” em sua concepção. E viu
Para Marcos, a mudança de comportamento é por causa dos jogadores “burros”. “Tem muito jogador burro hoje em dia, que não sabe quais bolas são para dividir e quais não. Por que você acha que o Romário joga com 41 anos. Porque não divide todas. Se dividisse, teria parado de jogar com