No último domingo, Wanderley Luxemburgo levantou seu sétimo troféu de campeão paulista (três pelo Palmeiras, dois pelo Santos, um pelo Bragantino e um pelo Corinthians) e se igualou a Oswaldo Brandão como o segundo técnico que mais vezes conquistou a competição. Ambos estão atrás apenas de Lula, octacampeão com o Peixe.
Recordista em títulos brasileiros (cinco, contra três de Ênio Andrade e Rubens Minelli), Luxa se concentra agora na busca por uma taça inédita em sua galeria: a da Taça Libertadores. Durante a festa de premiação do Paulistão, realizada na noite de segunda-feira, o treinador disse que as comemorações acabavam por ali.
“Esse é o último dia de comemoração. A partir de amanhã (terça), é trabalho e seriedade para podermos repetir na Libertadores isso de bonito que fizemos no Paulista”, comentou o comandante, aproveitando para confirmar a contratação do lateral-direito Alessandro. “Estamos pensando na reta final da Libertadores e no Campeonato Brasileiro”, disse.
Luxemburgo, no entanto, mostrou-se irritado quando questionado se a Libertadores era uma obsessão. “Essa é coisa do Brasil. O treinador que ganha é o melhor e o treinador que perde é o pior. É capaz de esquecerem tudo que já fiz se perdermos a Libertadores, mas eu não trabalho desta forma. Se eu não ganhar, faz parte”, discursou.
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“Esse é o último dia de comemoração. A partir de amanhã (terça), é trabalho e seriedade para podermos repetir na Libertadores isso de bonito que fizemos no Paulista”, comentou o comandante, aproveitando para confirmar a contratação do lateral-direito Alessandro. “Estamos pensando na reta final da Libertadores e no Campeonato Brasileiro”, disse.
Luxemburgo, no entanto, mostrou-se irritado quando questionado se a Libertadores era uma obsessão. “Essa é coisa do Brasil. O treinador que ganha é o melhor e o treinador que perde é o pior. É capaz de esquecerem tudo que já fiz se perdermos a Libertadores, mas eu não trabalho desta forma. Se eu não ganhar, faz parte”, discursou.