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Futebol

Longe da Libertadores e do título, Palmeiras quer atrapalhar Timão

Arquivo Geral

02/11/2011 16h41

Os maus resultados no Campeonato Brasileiro afastaram o Palmeiras da briga pelo título e por uma vaga à Copa Libertadores da América de 2012. Como o risco de rebaixamento também é pequeno, o goleiro Deola coloca um objetivo para o Verdão na reta decisiva do torneio nacional: atrapalhar o rival Corinthians.

No primeiro turno, o Palmeiras já tirou três pontos do adversário do Parque São Jorge. Na última rodada, as duas equipes vão se reencontrar com a possibilidade de o Corinthians estar na briga pelo troféu do Brasileirão.

“Então ainda temos um objetivo. Mesmo não brigando pelo título ou Libertadores, você tem uma meta que é tirar a taça do rival. É a coisa que o torcedor espera da gente”, comentou o arqueiro, após o treino desta quarta-feira na Academia de Futebol.

No caminho do Palmeiras até o fim do Brasileiro também está o confronto em casa contra o Vasco, o principal concorrente do Corinthians ao título neste momento, no dia 16 de novembro. Deola está ciente de que muitos torcedores vão exigir que o Palmeiras entregue o resultado – a repetição dos pedidos do ano passado em relação ao Fluminense.

Aliás, Deola sofreu uma chuva de críticas no ano passado dos próprios palmeirenses pelas defesas que fez contra o rival carioca, apesar da derrota de sua equipe. Agora, ele promete manter o profissionalismo novamente em primeiro lugar.

“Eu estou no Palmeiras faz tempo, também sou um torcedor. Uma parte vai querer que não ganhe, mas o torcedor de verdade quer a vitória para resgatar a tranquilidade do time. Acho que vai estar dividido, entendemos o lado do torcedor que não quer que o rival se dê bem”, afirmou Deola.

Na visão da comissão técnica liderada pelo Luis Felipe Scolari, o Palmeiras necessita de mais um ou dois pontos para fugir do improvável rebaixamento. Porém, a história dos anos anteriores mostra que o Verdão terá de pensar em, pelo menos, mais uma vitória para evitar qualquer risco. “A chance é remota de rebaixamento, não devemos pensar nisso”, encerrou Deola.

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