Dentre as equipes favoritas ao título da Copa América, a Argentina deve ser aquela que está mais obcecada por uma vitória na competição. Diante dos tropeços nos torneios internacionais dos últimos anos, conquistar a maior competição de seleções sul-americana se tornou uma obrigação para os hermanos.
A última conquista dos argentinos foi a Copa América de 1993, sob a batuta de Alfio Basile, que no ano passado voltou ao comando da seleção. De lá pra cá, a equipe alviceleste vem acumulando insucessos nas competições internacionais, como as eliminações prematuras nas últimas quatro Copas do Mundo, intercaladas por fiascos na Copa América.
“Não vencemos nada desde 1993 e a pressão é grande”, disse o atacante Hernán Crespo. “Estou feliz que todos aderiram a causa e prometeram dar tudo pelo time. Ninguém foi forçado a vir. Esta é a Copa América, nossa maior chance antes das eliminatórias para a Copa do Mundo”, completou o centroavante, que disputará a competição pela primeira vez em sua carreira.
A Argentina está no grupo C e estréia nesta quinta-feira contra os Estados Unidos. A competição está sendo levada pelos argentinos tão a sério quanto a Copa do Mundo, tanto é que Alfio Basile convocou seus melhores atletas para a busca do 14º título da equipe no torneio. Atletas que já haviam se despedido da seleção, como Juan Román Riquelme e Juan Sebastián Verón, voltaram a ser chamados para reforçar a equipe, que conta também com jovens estrelas como Lionel Messi e o ex-corintiano Carlitos Tevez.
A maré de azar argentina começou em 1994, quando a seleção foi eliminada nas oitavas-de-final da competição pela Romênia, logo depois do astro Diego Maradona ter sido flagrado no exame antidoping. Em seguida, os hermanos acumularam insucessos seguidos diante do Brasil nas Copas América de 1995 e 1999 e no Mundial de 1998, na França, quando foram eliminados nas quartas-de-final pela Holanda.
Depois da virada do século, os reveses continuaram a vir. Em 2002, vexame na Copa da Coréia e do Japão ao cair na primeira fase. Em 2004 e 2005, duas derrotas em decisões para os brasileiros: na Copa América e na Copa das Confederações respectivamente. Para coroar a seqüência de maus resultados, a Argentina caiu nas quartas-de-final do último mundial contra a Alemanha.
A última conquista dos argentinos foi a Copa América de 1993, sob a batuta de Alfio Basile, que no ano passado voltou ao comando da seleção. De lá pra cá, a equipe alviceleste vem acumulando insucessos nas competições internacionais, como as eliminações prematuras nas últimas quatro Copas do Mundo, intercaladas por fiascos na Copa América.
“Não vencemos nada desde 1993 e a pressão é grande”, disse o atacante Hernán Crespo. “Estou feliz que todos aderiram a causa e prometeram dar tudo pelo time. Ninguém foi forçado a vir. Esta é a Copa América, nossa maior chance antes das eliminatórias para a Copa do Mundo”, completou o centroavante, que disputará a competição pela primeira vez em sua carreira.
A Argentina está no grupo C e estréia nesta quinta-feira contra os Estados Unidos. A competição está sendo levada pelos argentinos tão a sério quanto a Copa do Mundo, tanto é que Alfio Basile convocou seus melhores atletas para a busca do 14º título da equipe no torneio. Atletas que já haviam se despedido da seleção, como Juan Román Riquelme e Juan Sebastián Verón, voltaram a ser chamados para reforçar a equipe, que conta também com jovens estrelas como Lionel Messi e o ex-corintiano Carlitos Tevez.
A maré de azar argentina começou em 1994, quando a seleção foi eliminada nas oitavas-de-final da competição pela Romênia, logo depois do astro Diego Maradona ter sido flagrado no exame antidoping. Em seguida, os hermanos acumularam insucessos seguidos diante do Brasil nas Copas América de 1995 e 1999 e no Mundial de 1998, na França, quando foram eliminados nas quartas-de-final pela Holanda.
Depois da virada do século, os reveses continuaram a vir. Em 2002, vexame na Copa da Coréia e do Japão ao cair na primeira fase. Em 2004 e 2005, duas derrotas em decisões para os brasileiros: na Copa América e na Copa das Confederações respectivamente. Para coroar a seqüência de maus resultados, a Argentina caiu nas quartas-de-final do último mundial contra a Alemanha.