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Futebol

Grêmio recebe o Caxias precisando vencer por pelo menos três gols de diferença

Arquivo Geral

20/04/2007 0h00

Depois de um começo de ano arrasador, ninguém imaginaria que o Grêmio chegaria à partida decisiva da semifinal do Campeonato Gaúcho em situação tão complicada. O Tricolor gaúcho recebe o Caxias nesta sexta-feira, no estádio Olímpico, às 20h, depois de ter perdido por 3 x 0 no jogo de ida, que aconteceu no último domingo, na Serra Gaúcha. Com isso, precisa vencer por três gols de diferença para, pelo menos, levar a decisão para os pênaltis.


 


O resultado da primeira partida semifinal é estranho por si só, mas ele fica ainda mais complicado de explicar de olharmos a primeira fase do Campeonato Gaúcho. Como ambos os times estavam no mesmo grupo, jogaram duas vezes e nas duas, a equipe de Porto Alegre venceu. Na quinta rodada, o Grêmio triunfou por 2 x 0, jogando no estádio Olímpico. Já na 14ª rodada, quando se enfrentaram no estádio Centenário, novamente os três pontos, mas dessa vez por 3 x 1.


 


Para essa partida, o técnico Mano Menezes pode promover algumas mudanças. Mesmo tendo falado da possibilidade de deixá-los de fora, os meio-campistas Lucas e Tcheco deverão ser mantidos no time titular. Uma terceira vaga no meio está sendo disputada por Ramón, Diego Souza e Éverton. Na defesa, Teco pode entra no lugar do argentino Schiavi, enquanto a dupla de ataque gremista deve ser formada por Carlos Eduardo e Tuta.


 


Para confirmar a vaga na final do Campeonato Gaúcho, o Caxias recorda o último título estadual que o time da Serra Gaúcha conquistou, há sete anos, quando era comandado pelo técnico Tite, então iniciando a carreira. Para o atacante Jajá, único remanescente daquele time campeão de 2000, as lições do técnico da época ainda valem para a partida contra o Grêmio.


 


“Havíamos ensaiado tudo antes. Estava tudo muito bem treinado e fizemos igual na hora do jogo. Eu lembro que antes de entrarmos em campo, ele (Tite) nos falou que era fundamental ficar muito ligado nos primeiros 15 minutos. A paciência para tocar a bola enerva o adversário e faz o tempo passar de forma responsável, que é evitando os riscos e o desgaste físico”, explicou o jogador do time grená.

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