A impressão geral foi de falha, mas as explicações do goleiro Jean após o empate em 2 x 2 com o Náutico em Recife, no jogo de ida das oitavas-de-final da Copa do Brasil, parecem ter complicado ainda mais a situação do jogador. O camisa 12 não conseguiu defender um chute de longe, que quicou na sua frente pouco antes de entrar, e alegou que a bola parecia ‘uma azeitona’.
No treino da última quarta-feira em Atibaia, onde o Timão realiza intertemporada para a partida de volta, quinta, no Pacaembu, Jean voltou a negar que falhou no lance e diz que ficou assustado com a repercussão que suas declarações ganharam. Para o camisa 12, o campo dos Aflitos foi o grande responsável pelo lance.
“Eu nunca disse que tinha falhado, mas sim que o campo me prejudicou. Falei sim que veio uma azeitona, parecia uma bola de futebol americano. O gramado estava muito ruim e antecipo aqui que no Pacaembu não vai ter azeitona. Em Recife parecia que estávamos jogando beach soccer (futebol de praia)”, garantiu Jean, brincando novamente.
Pressionado pela contratação de Felipe e a desconfiança da Fiel, resta ao camisa 12 fazer uma boa atuação no Pacaembu para seguir motivando o técnico Paulo César Carpegiani. E desta vez sem ‘azeitonas’. “Acho que o gramado vai ser uma vantagem para nós aqui. Em Recife isso foi uma vantagem deles e aqui vamos atuar em casa, com a torcida a nosso favor. Eu sabia que lá ia ser muito difícil, mas agora aqui, jogando na nossa casa, tudo vai ser diferente”, definiu.
Alias as críticas incomodam Jean. Com 34 anos e a responsabilidade de ser um dos mais experientes do elenco, o goleiro revela não acompanhar o noticiário do Corinthians. Tudo para evitar sondagens com seu nome, pedidos de outros nomes e até prováveis reforços, como aconteceu com Felipe.
“Eu não peguei essa fase ruim desde o começo. Quando eu assumi a posição, o time já vinha mal. Não dá para avaliar o goleiro que jogou menos por um todo. Se a equipe não está indo bem, tem que fazer a avaliação geral”, disse, considerando injusta a sua responsabilidade muita vezes solitária nos tropeços.
E assim Jean se prepara para sua decisão particular. Pelas declarações, parece ter atendido o pedido de Carpegiani, que exigiu uma postura mais atuante de seu goleiro durante o jogo. “Isso é show de bola. Ele quer que a gente oriente bastante, acerte a marcação compactada que está sendo implantada”, disse.
“Para mim isso é importante. Se o treinador falou, é legal, mostra que está confiante no seu trabalho e capacidade. Mas não sei de onde saiu isso (do silêncio). Meu jeito de jogar sempre foi assim. E eu vinha observando o jeito dele para orientar direito. Já pensou tomar bronca de graça”, completou.
No treino da última quarta-feira em Atibaia, onde o Timão realiza intertemporada para a partida de volta, quinta, no Pacaembu, Jean voltou a negar que falhou no lance e diz que ficou assustado com a repercussão que suas declarações ganharam. Para o camisa 12, o campo dos Aflitos foi o grande responsável pelo lance.
“Eu nunca disse que tinha falhado, mas sim que o campo me prejudicou. Falei sim que veio uma azeitona, parecia uma bola de futebol americano. O gramado estava muito ruim e antecipo aqui que no Pacaembu não vai ter azeitona. Em Recife parecia que estávamos jogando beach soccer (futebol de praia)”, garantiu Jean, brincando novamente.
Pressionado pela contratação de Felipe e a desconfiança da Fiel, resta ao camisa 12 fazer uma boa atuação no Pacaembu para seguir motivando o técnico Paulo César Carpegiani. E desta vez sem ‘azeitonas’. “Acho que o gramado vai ser uma vantagem para nós aqui. Em Recife isso foi uma vantagem deles e aqui vamos atuar em casa, com a torcida a nosso favor. Eu sabia que lá ia ser muito difícil, mas agora aqui, jogando na nossa casa, tudo vai ser diferente”, definiu.
Alias as críticas incomodam Jean. Com 34 anos e a responsabilidade de ser um dos mais experientes do elenco, o goleiro revela não acompanhar o noticiário do Corinthians. Tudo para evitar sondagens com seu nome, pedidos de outros nomes e até prováveis reforços, como aconteceu com Felipe.
“Eu não peguei essa fase ruim desde o começo. Quando eu assumi a posição, o time já vinha mal. Não dá para avaliar o goleiro que jogou menos por um todo. Se a equipe não está indo bem, tem que fazer a avaliação geral”, disse, considerando injusta a sua responsabilidade muita vezes solitária nos tropeços.
E assim Jean se prepara para sua decisão particular. Pelas declarações, parece ter atendido o pedido de Carpegiani, que exigiu uma postura mais atuante de seu goleiro durante o jogo. “Isso é show de bola. Ele quer que a gente oriente bastante, acerte a marcação compactada que está sendo implantada”, disse.
“Para mim isso é importante. Se o treinador falou, é legal, mostra que está confiante no seu trabalho e capacidade. Mas não sei de onde saiu isso (do silêncio). Meu jeito de jogar sempre foi assim. E eu vinha observando o jeito dele para orientar direito. Já pensou tomar bronca de graça”, completou.