Quanto mais se aproxima a data da volta de Marcos aos gramados, mais a tradicional pergunta ronda o Palestra Itália: “Quem será o titular: Diego Cavalieri ou Marcos?” Para o eterno ídolo da torcida, a resposta está totalmente nas mãos do técnico Caio Júnior. Bem-humorado, o goleiro admitiu, no entanto, que está em desvantagem na disputa com o atual titular.
“Eu tenho 34 anos e ele 24. Não se briga de igual para igual com uma diferença dessas. O Diego está voando baixo e muito bem. Eu não fico sem dormir pensando se vou ou não vou jogar. Deixo o Caio Júnior e a comissão técnica com total liberdade para decidir”, assegurou.
A chance de ser reserva de Cavalieri no início do Brasileiro não parece incomodar o pentacampeão. “Não tenho mais essa vaidade de querer ser o melhor, até porque minhas condições não permitem brigar de igual para igual com ninguém. Quero jogar, mas minha vontade não pode ser maior que a do treinador. Ele tem que colocar em campo quem estiver melhor”, reforçou.
Marcos avisou que não irá pedir ao treinador para manter Cavalieri no lugar por ser mais jovem ou estar em melhor forma e aproveitou para aconselhar o amigo e rival de posição caso a escolha do treinador coloque Cavalieri no banco.
“Eu não devia ter falado aquilo (que o Diego devia ser titular) e me arrependi. Tenho que deixar o Caio (Júnior) colocar quem estiver melhor para ajudar o Palmeiras”, sintetizou. Ao falar do colega, foi claro: “Eu fiquei no banco de 93 a 99. As coisas acontecem quando têm de acontecer”.
Ao falar sobre os sonhos que ainda têm como atleta, o jogador, que tem vínculo até 2009, voltou a ventilar uma possível antecipação em sua aposentadoria. “Tenho sonhos de conseguir títulos pelo Palmeiras, mas não posso atropelar. Quero cumprir meu contrato e não estou jogando a toalha, mas, se não estiver na melhor forma, tenho que abrir espaço para um profissional que pode até ter condições de ser titular da seleção brasileira”, ponderou.
“O Palmeiras tem goleiros de alto nível e não precisa se preocupar com isso por um bom tempo”, concluiu, citando, além de Diego Cavalieri, os jovens Bruno e Alemão, terceiro e quarto goleiros do grupo.
“Eu tenho 34 anos e ele 24. Não se briga de igual para igual com uma diferença dessas. O Diego está voando baixo e muito bem. Eu não fico sem dormir pensando se vou ou não vou jogar. Deixo o Caio Júnior e a comissão técnica com total liberdade para decidir”, assegurou.
A chance de ser reserva de Cavalieri no início do Brasileiro não parece incomodar o pentacampeão. “Não tenho mais essa vaidade de querer ser o melhor, até porque minhas condições não permitem brigar de igual para igual com ninguém. Quero jogar, mas minha vontade não pode ser maior que a do treinador. Ele tem que colocar em campo quem estiver melhor”, reforçou.
Marcos avisou que não irá pedir ao treinador para manter Cavalieri no lugar por ser mais jovem ou estar em melhor forma e aproveitou para aconselhar o amigo e rival de posição caso a escolha do treinador coloque Cavalieri no banco.
“Eu não devia ter falado aquilo (que o Diego devia ser titular) e me arrependi. Tenho que deixar o Caio (Júnior) colocar quem estiver melhor para ajudar o Palmeiras”, sintetizou. Ao falar do colega, foi claro: “Eu fiquei no banco de 93 a 99. As coisas acontecem quando têm de acontecer”.
Ao falar sobre os sonhos que ainda têm como atleta, o jogador, que tem vínculo até 2009, voltou a ventilar uma possível antecipação em sua aposentadoria. “Tenho sonhos de conseguir títulos pelo Palmeiras, mas não posso atropelar. Quero cumprir meu contrato e não estou jogando a toalha, mas, se não estiver na melhor forma, tenho que abrir espaço para um profissional que pode até ter condições de ser titular da seleção brasileira”, ponderou.
“O Palmeiras tem goleiros de alto nível e não precisa se preocupar com isso por um bom tempo”, concluiu, citando, além de Diego Cavalieri, os jovens Bruno e Alemão, terceiro e quarto goleiros do grupo.