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O Galo já atuou no estádio em 2003, quando enfrentou o Fluminense pelo Campeonato Brasileiro e venceu por 1 x 0, em 29 de setembro. Entretanto, faz 18 anos que os mineiros não enfrentam o Diabo. Até por conta da importância histórica, o confronto vem sendo encarado como uma decisão pelos lados de Vespasiano.
"Não é jogo de campeonato, que primeiro se consegue a classificação e depois vai decidir. Nós podemos até eliminar o América. Na Copa do Brasil, os jogos são decisivos. É um espírito diferente do regional ou do Brasileiro. Você tem que ir pensando em decidir já na quarta-feira”, definiu o técnico Levir Culpi.
É o mesmo pensamento do volante Germano, que pede atenção total dos companheiros para o mata-mata nacional. “É um campeonato totalmente diferente, um mata-mata. Primeiro, temos que pensar em não sofrer gols e, depois, procurar aproveitar as oportunidades que aparecerem para ter a vantagem no jogo de volta”, disse.
Levir fez a sua parte a marcou a reapresentação do elenco para estar tarde, na Cidade do Galo. A dúvida para a partida no Rio é o lateral-direito Coelho, que deixou o clássico reclamando de dores na região adutora da coxa direita. Ele será examinado no treino de terça, quando terá uma posição oficial dos médicos.
Outro problema para o treinador é o meia-atacante Tchô, que recebeu uma pancada no pé direito e acabou poupando do coletivo entre reservas e juniores. Os titulares fizeram apenas trabalhos físicos. O jogador já realizou uma radiografia do local e espera o resultado para saber se trata de algo grave.
A novidade, contudo, ficou por conta do retorno de Serginho. O volante se recuperou de uma pubalgia e já foi entregue aos preparadores físicos. Deve ficar como opção no banco de reservas no Édson Passos.
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