Mesmo com apenas 18 anos, o lateral-direito Jackson já tem histórias para contar em sua carreira. Há cerca de quatro anos, o jogador lembrou que foi dispensado pelo Rio Branco, justamente o adversário de sua estréia entre os profissionais do São Paulo. “Morei em Franca e comecei a jogar bola em 2002. No final do ano, tive proposta para jogar no Rio Branco. Fiz teste, fiquei sete meses e fui dispensado”, lembrou o atleta, após o treino realizado nesta terça-feira no estádio do Morumbi.
A partir daí, Jackson reconhece que pensou em desistir e seguir a vida universitária. “Fui para a universidade, quase parei, mas recebi muito apoio da família. Tinha comigo que contava com potencial para dar certo. Depois apareceu a chance de vir ao São Paulo e acabei aprovado”, contou.
Apesar da saída do Rio Branco, Jackson preferiu deixar de lado qualquer tipo de sentimento de vingança na partida desta quarta-feira. O lateral reconhece que também não estava satisfeito em Americana. “Não tem vingança. Não me sentia bem lá. Agora só quero mostrar porque cheguei ao São Paulo”, disse.
Durante as entrevistas, Muricy Ramalho elogiou bastante o potencial do esforçado Jackson. O treinador acha que ele pode até chegar à seleção brasileira. O jogador já conta até com um ídolo em sua posição para alcançar o sucesso no futebol. ”É o Cafu, pela experiência e por tudo o que passou no São Paulo”, explicou.