A torcida do Internacional não aceitou passivamente a eliminação do atual campeão na Taça Libertadores, na noite desta quinta-feira, após a vitória de 1 x 0 sobre o Nacional-URU, no Beira-Rio. Ainda durante a partida, diversos incidentes foram registrados nas arquibancadas do estádio. Logo após o final, um grande número de colorados se dirigiu em frente ao departamento de futebol do clube e pediam a cabeça do técnico Abel Braga.
Pressionado, até pelas constantes envolvendo o seu nome, Abel apoiou a fúria colorada. “O torcedor tem o direito de protestar pela eliminação. Ele tem esse direito de gritar e protestar pacificamente. O torcedor faz a parte dele durante os jogos e agora temos de respeitar esse direito dele”, disse o treinador, na entrevista coletiva.
Abel não foi o único alvo dos irritados colorados. O presidente Vitório Píffero foi ofendido e os fãs pediam o retorno de Fernando Carvalho, dirigente colorado no ano passado. “O torcedor tem todo o direito de fazer as suas críticas. Tenho apenas de fazer elogios a eles pelo apoio nos 90 minutos e os aplausos após o apito final”, destacou o mandatário gaúcho.
A única queixa de Abel em relação à torcida ficou por conta da atitude de uma facção organizada do clube, que tentou intimidar os jogadores do Nacional durante a madrugada, no hotel em que estavam concentrados em Porto Alegre. “Eu não concordo com os fogos atirados no hotel do Nacional. Fomos três vezes a Montevidéu e fomos muito bem recebidos. Agora ele vaiar, xingar, isso eu apoio”, definiu.
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Abel não foi o único alvo dos irritados colorados. O presidente Vitório Píffero foi ofendido e os fãs pediam o retorno de Fernando Carvalho, dirigente colorado no ano passado. “O torcedor tem todo o direito de fazer as suas críticas. Tenho apenas de fazer elogios a eles pelo apoio nos 90 minutos e os aplausos após o apito final”, destacou o mandatário gaúcho.
A única queixa de Abel em relação à torcida ficou por conta da atitude de uma facção organizada do clube, que tentou intimidar os jogadores do Nacional durante a madrugada, no hotel em que estavam concentrados em Porto Alegre. “Eu não concordo com os fogos atirados no hotel do Nacional. Fomos três vezes a Montevidéu e fomos muito bem recebidos. Agora ele vaiar, xingar, isso eu apoio”, definiu.