Sem nenhum jogador suspenso, o técnico Dorival Júnior não pretende mudar a escalação do São Caetano para a partida de sábado contra o São Paulo, que vale vaga na final do Campeonato Paulista. Na avaliação do treinador, a equipe precisa apenas mudar a postura emocional em relação ao empate do último domingo por 0 x 0.
“A preparação foi boa, mas o rendimento não foi esperado. Não vejo necessidade de mudança e todos os atletas sabem que podem produzir mais. Precisamos de uma melhora em um todo e tenho certeza que podemos ter mais confiança no Morumbi para evitar, principalmente, o grande número de erros de passes do jogo passado”, analisa.
O treinador admite que a inexperiência de alguns jogadores interferiu no desempenho do time na primeira partida. “Temos vários atletas que nunca atuaram em uma partida de tanto peso. Já jogaram decisões de estaduais, mas não com o peso do Paulista. Não podemos esquecer que eles são seres humanos e que isso (emocional) influencia, mas espero que a equipe esteja mais tranqüila no sábado”, diz.
Dorival Júnior, inclusive, reconhece que o adversário esteve melhor em campo na primeira partida da semifinal. “Eles (jogadores são-paulinos) sentiram que a partida foi melhor para o São Paulo e não conseguiram definir o jogo. Por isso ficaram chateados, mas não acho que houve menosprezo. A expectativa agora é outra. O São Caetano pode e deve jogar um melhor futebol”, afirma.
Questionado se já estava de bom tamanho o Azulão chegar às semifinais do Paulistão meses depois do rebaixamento no Campeonato Brasileiro e de ter reformulado a maior parte do elenco, o treinado foi taxativo: “De jeito nenhum. O ser humano nunca pode se dar por satisfeito”, declara.
“O primeiro objetivo realmente era dar uma estruturada para a equipe e, em um segundo momento, buscar a classificação á semifinal. Agora a equipe está pronta para buscar a vaga na decisão, vaga que está aberta. Eles têm a vantagem do empate, mas estamos cientes do que precisamos”, continua.
Sobre o fato de jogar na casa do rival, Dorival Júnior aposta no imponderável. “O São Paulo saiu beneficiado por poder atuar no melhor campo do Estado, que é o seu. Lógico que todos estão colocando o São Paulo e o Santos na decisão, mas alguns pontos-de-vista não batem com a realidade. Esperavam ver um Pacaembu lotado no domingo, mas o público foi de apenas 15 mil. Se fosse no Anacleto Campanella, poderia ter umas 20 mil pessoas e se trataria de um prêmio para a torcida da equipe”, finaliza.
“A preparação foi boa, mas o rendimento não foi esperado. Não vejo necessidade de mudança e todos os atletas sabem que podem produzir mais. Precisamos de uma melhora em um todo e tenho certeza que podemos ter mais confiança no Morumbi para evitar, principalmente, o grande número de erros de passes do jogo passado”, analisa.
O treinador admite que a inexperiência de alguns jogadores interferiu no desempenho do time na primeira partida. “Temos vários atletas que nunca atuaram em uma partida de tanto peso. Já jogaram decisões de estaduais, mas não com o peso do Paulista. Não podemos esquecer que eles são seres humanos e que isso (emocional) influencia, mas espero que a equipe esteja mais tranqüila no sábado”, diz.
Dorival Júnior, inclusive, reconhece que o adversário esteve melhor em campo na primeira partida da semifinal. “Eles (jogadores são-paulinos) sentiram que a partida foi melhor para o São Paulo e não conseguiram definir o jogo. Por isso ficaram chateados, mas não acho que houve menosprezo. A expectativa agora é outra. O São Caetano pode e deve jogar um melhor futebol”, afirma.
Questionado se já estava de bom tamanho o Azulão chegar às semifinais do Paulistão meses depois do rebaixamento no Campeonato Brasileiro e de ter reformulado a maior parte do elenco, o treinado foi taxativo: “De jeito nenhum. O ser humano nunca pode se dar por satisfeito”, declara.
“O primeiro objetivo realmente era dar uma estruturada para a equipe e, em um segundo momento, buscar a classificação á semifinal. Agora a equipe está pronta para buscar a vaga na decisão, vaga que está aberta. Eles têm a vantagem do empate, mas estamos cientes do que precisamos”, continua.
Sobre o fato de jogar na casa do rival, Dorival Júnior aposta no imponderável. “O São Paulo saiu beneficiado por poder atuar no melhor campo do Estado, que é o seu. Lógico que todos estão colocando o São Paulo e o Santos na decisão, mas alguns pontos-de-vista não batem com a realidade. Esperavam ver um Pacaembu lotado no domingo, mas o público foi de apenas 15 mil. Se fosse no Anacleto Campanella, poderia ter umas 20 mil pessoas e se trataria de um prêmio para a torcida da equipe”, finaliza.