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Futebol

Com Ronaldinho no banco, Brasil enfrenta o Equador na Suécia

Arquivo Geral

09/10/2006 0h00

“Até o Pelé já ficou na reserva”, lembra o técnico Dunga, revelando sua intenção de não escalar o melhor jogador de futebol do mundo (eleito pela Fifa em 2005) no próximo amistoso. O treinador brasileiro segue com seu planejamento de domar as maiores estrelas da seleção para fazê-las render o que toda a nação espera. Kaká já foi vítima deste tratamento de choque e agora será a vez de Ronaldinho Gaúcho. Sem ele entre os titulares, o Brasil faz amistoso com o Equador, nesta terça-feira, às 15h, na Suécia.

Enquanto o melhor do mundo perde espaço e regalias, Kaká finalmente será titular sob o comando de Dunga. Apesar de ser uma estrela internacional, o meia do Milan não reclamou por ter sentado no banco. Humilde, ele entrou bem nos jogos recentes da seleção, teve boas atuações e fez belos gols.

Ao contrário do Kuwait, que foi goleado por 4 x 0 no sábado em clima de rachão, o Equador deve apresentar um nível técnico maior no amistoso desta terça-feira. “Eles evoluíram muito nos últimos anos e mostraram na Copa do Mundo que podem jogar de igual para igual com qualquer seleção. Tanto que só perderam para a Inglaterra nas oitavas-de-final com um gol de falta marcado pelo Beckham”, lembrou Dunga.

Cicinho contundiu o joelho gravemente e, por este motivo, abriu espaço para Daniel Alves, do Sevilla. Mesmo assim, Maicon será o titular da posição novamente. “O meu pensamento é mostrar meu potencial e chegar em 2010 na equipe. Porém, o caminho até lá será longo”, disse o lateral da Inter de Milão.

Mais do que um simples amistoso, a partida desta terça terá um charme especial. O Estádio Rasunda é um dos templos do futebol brasileiro. Foi lá que o Brasil conquistou seu primeiro título mundial, em 1958, na Copa da Suécia, ao golear os donos da casa por 5 x 2 na final.

Confiantes, os equatorianos não se intimidaram com a boa campanha da seleção brasileira sob o comando de Dunga (um empate e três vitórias). “Neste jogo, temos de mostrar a superação futebolística adquirida nos últimos anos. Graças a ela chegamos bem aos Mundiais de 2002 e 2006”, disse o técnico Luis Fernando Suárez, que é colombiano.

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