Ian Ferraz
ian.ferraz@jornaldebrasilia.com.br
Obsessão. Essa palavra define bem o sentimento do Brasiliense quando o assunto é a Copa do Brasil. Vice campeão em 2002 e semifinalista em 2007, o clube de Taguatinga guarda um enorme apreço pela competição. Motivos não faltam para que ela seja a menina dos olhos do Jacaré.
Em nove participações, só foi eliminado uma vez na primeira fase, em 2010, derrotado pela Chapecoense-SC. Já em 2007, bateu na trave e dançou para o Fluminense. A melhor campanha mistura sentimentos de alegria e revolta.
Na sua estreia, em 2002, foi derrotado pelo Corinthians na final, em decisão polêmica envolvendo a arbitragem. As polpudas premiações também seduzem a equipe a sonhar com as fases mais agudas da competição. Hoje, o clube tem uma difícil missão contra o Guarani, sexto colocado no Campeonato Paulista, às 20h30, no Estádio Serejão.
Contratado recentemente pelo clube para a vaga de Edson Gaúcho, Luiz Carlos Barbieri teve de se virar na base da conversa. “Na Copa do Brasil sempre há surpresas. Então, vamos trabalhar para isso. Temos que acreditar, ter confiança, personalidade e o grupo sabendo o que quer”, disse o comandante, ex-meia do Guarani.
Ele deve promover até seis mudanças em relação à equipe que perdeu o clássico para o Gama. Jonathan (lesionado), Somália, Rodrigo Cardoso, Valdo e Diego Lira podem dar lugar à Bocão, Luan, Tiago Piai, Tezelli e Daniel Amorim, respectivamente.
REENCONTRO COM O INIMIGO
Não é só o verde do Gama que faz Adrianinho lembrar de rivalidade. Cria da Ponte Preta, ele passou 11 anos de sua carreira no principal adversário do Guarani. Desde os 12 anos no clube, chegou a morar por um bom tempo no alojamento da Macaca.
Entretanto, a preocupação maior do camisa 10 é resgatar a saúde do Jacaré. “Não está sendo tão importante nesse momento (a rivalidade) porque o Brasiliense passa por uma fase difícil. O importante é focar aqui”, despistou.
Como todo clássico, ele lembrou de dificuldades no dérbi. “Todo jogo tinha confusão. Se perdesse a gente tinha que voltar para o hotel e ficar fechado, só voltava no outro dia. Era bem complicado”.
Ian Ferraz
ian.ferraz@jornaldebrasilia.com.br
Obsessão. Essa palavra define bem o sentimento do Brasiliense quando o assunto é a Copa do Brasil. Vice campeão em 2002 e semifinalista em 2007, o clube de Taguatinga guarda um enorme apreço pela competição. Motivos não faltam para que ela seja a menina dos olhos do Jacaré.
Em nove participações, só foi eliminado uma vez na primeira fase, em 2010, derrotado pela Chapecoense-SC. Já em 2007, bateu na trave e dançou para o Fluminense. A melhor campanha mistura sentimentos de alegria e revolta.
Na sua estreia, em 2002, foi derrotado pelo Corinthians na final, em decisão polêmica envolvendo a arbitragem. As polpudas premiações também seduzem a equipe a sonhar com as fases mais agudas da competição. Hoje, o clube tem uma difícil missão contra o Guarani, sexto colocado no Campeonato Paulista, às 20h30, no Estádio Serejão.
Contratado recentemente pelo clube para a vaga de Edson Gaúcho, Luiz Carlos Barbieri teve de se virar na base da conversa. “Na Copa do Brasil sempre há surpresas. Então, vamos trabalhar para isso. Temos que acreditar, ter confiança, personalidade e o grupo sabendo o que quer”, disse o comandante, ex-meia do Guarani.
Ele deve promover até seis mudanças em relação à equipe que perdeu o clássico para o Gama. Jonathan (lesionado), Somália, Rodrigo Cardoso, Valdo e Diego Lira podem dar lugar à Bocão, Luan, Tiago Piai, Tezelli e Daniel Amorim, respectivamente.
REENCONTRO COM O INIMIGO
Não é só o verde do Gama que faz Adrianinho lembrar de rivalidade. Cria da Ponte Preta, ele passou 11 anos de sua carreira no principal adversário do Guarani. Desde os 12 anos no clube, chegou a morar por um bom tempo no alojamento da Macaca.
Entretanto, a preocupação maior do camisa 10 é resgatar a saúde do Jacaré. “Não está sendo tão importante nesse momento (a rivalidade) porque o Brasiliense passa por uma fase difícil. O importante é focar aqui”, despistou.
Como todo clássico, ele lembrou de dificuldades no dérbi. “Todo jogo tinha confusão. Se perdesse a gente tinha que voltar para o hotel e ficar fechado, só voltava no outro dia. Era bem complicado”.