“Se a Bolívia tem que jogar a 40 graus, com uma umidade tremenda, então nós temos que escolher onde jogar, gostem ou não os outros. Sempre nos levam para jogar em qualquer lugar, e nós não temos direito de reivindicar nada”, destacou Sánchez, em entrevista ao jornal El Nuevo Dia.
Durante a última semana, Braga polemizou ao divulgar no site oficial do Fla uma carta onde diz que o clube não jogará mais em altitudes que comprovadamente possam fazer, ou até mesmo colocar a vida dos atletas em risco. Potosí, com seus 4 mil metros de altitude, se encaixa na situação.
Não apenas o Real Potosí, clube que enfrentou o Rubro-negro pela Copa Libertadores, como toda a mídia boliviana vem respondendo com críticas ao calor que enfrentam quando jogam no Brasil. Além disso, alegam que o país tem grande quantidade de mosquitos e a forte umidade do ar pode prejudicar a preparação assim como a altitude. Sánchez foi além e também considerou “estranho” o fato da CBF fazer um rodízio de sedes nos jogos das Eliminatórias, ao invés de definir uma sede fixa para os jogos.
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