No dia em que o rival comemora o maior recorde de público do futebol mineiro, com mais de 130 mil torcedores no Mineirão para ver a decisão do Estadual de 1997 contra o Villa Nova, os atleticanos não ficam atrás e buscam entrar para a história no clássico deste domingo contra o Cruzeiro, no Gigante da Pampulha, pela sétima rodada do Campeonato Brasileiro.
O mais ansioso pela partida é o meia-atacante Danilinho. Maior artilheiro do Galo no confronto – contando apenas esta temporada -, o jogador espera ampliar a marca de dois gols em três jogos diante da Raposa. “Estou muito satisfeito por disputar mais um clássico”, disse.
“Fui feliz nas outras partidas, marcando gols e ajudando o Atlético. É isso que espero fazer novamente. Sabemos que será muito difícil, mas também temos consciência de que se jogarmos com empenho e colocando em campo a nossa qualidade temos grandes possibilidades de conseguir os três pontos”, completou.
De fato, o desempenho até aqui entusiasma a massa. Na vitória de 3 x 1 sobre os rivais na fase de classificação do Mineiro, o jogador ganhou de presente um gol após o árbitro Álvaro Azeredo Quelhas ignorar o toque do lateral Fábio Santos na jogada. Já nos 4 a 0 da primeira partida da decisão, o meia deu um chapéu no goleiro Fábio antes de concluir a jogada.
O técnico Zetti, que ainda não comandava o Alvinegro na oportunidade, analisou ambos os jogos e traçou um plano de jogo especial para Danilinho. Com liberdade, a função prioritária do meia é fugir da marcação cruzeirense. “Geralmente, é mais difícil encontrar espaços pelo meio-campo, ainda mais num clássico”, antecipou.
“Fica mais fácil procurar os lados do campos e é isso que o Zetti está pedindo para a gente. Vou buscar os flancos e partir de frente para cima dos zagueiros. Contra o Figueirense, atuei pelo lado direito com o Coelho e as jogadas aconteceram. Espero que no clássico isso se repita”, destacou.
Danilinho é ídolo da massa, mas não é o único de olho na chance de ficar marcado na história atleticana. O lateral-esquerdo Thiago Feltri, revelado pelo Galo, completará a sua partida de número 50 com a camisa alvinegra no domingo. O jogador poderia ter alcançado a marca bem antes se não sofresse com problemas físicos e de contusão no ano passado e no início de 2007, ficando de fora, por exemplo, da conquista do Campeonato Mineiro.
“Fico muito feliz por completar esse número de jogos por um time grande como o Atlético e espero que possa ser com uma vitória, principalmente, se tratando de um clássico. O Atlético é o clube que me abriu as portas para o futebol e só tenho a agradecer ao clube pela oportunidade que me deu. Agora, é retribuir isso fazendo bons jogos”, destacou.
O clássico já marcou a carreira de Feltri, que retomou a sua condição de titular justamente na vitória de 3 x 1 sobre o rival, virando uma espécie de peça indispensável do esquema. Para comemorara a marca, o jogador espera reencontrar o caminho das redes. Até aqui foi apenas um gol pelo Galo, na vitória de 2 x 1 sobre o América-RJ, no Mineirão, pela segunda fase da Copa do Brasil deste ano.
O mais ansioso pela partida é o meia-atacante Danilinho. Maior artilheiro do Galo no confronto – contando apenas esta temporada -, o jogador espera ampliar a marca de dois gols em três jogos diante da Raposa. “Estou muito satisfeito por disputar mais um clássico”, disse.
“Fui feliz nas outras partidas, marcando gols e ajudando o Atlético. É isso que espero fazer novamente. Sabemos que será muito difícil, mas também temos consciência de que se jogarmos com empenho e colocando em campo a nossa qualidade temos grandes possibilidades de conseguir os três pontos”, completou.
De fato, o desempenho até aqui entusiasma a massa. Na vitória de 3 x 1 sobre os rivais na fase de classificação do Mineiro, o jogador ganhou de presente um gol após o árbitro Álvaro Azeredo Quelhas ignorar o toque do lateral Fábio Santos na jogada. Já nos 4 a 0 da primeira partida da decisão, o meia deu um chapéu no goleiro Fábio antes de concluir a jogada.
O técnico Zetti, que ainda não comandava o Alvinegro na oportunidade, analisou ambos os jogos e traçou um plano de jogo especial para Danilinho. Com liberdade, a função prioritária do meia é fugir da marcação cruzeirense. “Geralmente, é mais difícil encontrar espaços pelo meio-campo, ainda mais num clássico”, antecipou.
“Fica mais fácil procurar os lados do campos e é isso que o Zetti está pedindo para a gente. Vou buscar os flancos e partir de frente para cima dos zagueiros. Contra o Figueirense, atuei pelo lado direito com o Coelho e as jogadas aconteceram. Espero que no clássico isso se repita”, destacou.
Danilinho é ídolo da massa, mas não é o único de olho na chance de ficar marcado na história atleticana. O lateral-esquerdo Thiago Feltri, revelado pelo Galo, completará a sua partida de número 50 com a camisa alvinegra no domingo. O jogador poderia ter alcançado a marca bem antes se não sofresse com problemas físicos e de contusão no ano passado e no início de 2007, ficando de fora, por exemplo, da conquista do Campeonato Mineiro.
“Fico muito feliz por completar esse número de jogos por um time grande como o Atlético e espero que possa ser com uma vitória, principalmente, se tratando de um clássico. O Atlético é o clube que me abriu as portas para o futebol e só tenho a agradecer ao clube pela oportunidade que me deu. Agora, é retribuir isso fazendo bons jogos”, destacou.
O clássico já marcou a carreira de Feltri, que retomou a sua condição de titular justamente na vitória de 3 x 1 sobre o rival, virando uma espécie de peça indispensável do esquema. Para comemorara a marca, o jogador espera reencontrar o caminho das redes. Até aqui foi apenas um gol pelo Galo, na vitória de 2 x 1 sobre o América-RJ, no Mineirão, pela segunda fase da Copa do Brasil deste ano.