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Um passeio pela mostra sensorial de Tim Burton em cartaz no CCBB

Instalações interativas, quadros e figuras fazem parte de uma mostra artística, genial e sombria em homenagem ao diretor, roteirista e desenhista norte-americano

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Por Mariana Tollendal
Jornal de Brasília / Agência de Notícias UniCEUB

Instalações interativas, quadros e figuras fazem parte de uma mostra artística, genial e sombria em homenagem ao diretor, roteirista e desenhista norte-americano Tim Burton, em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB). “Haja o que houver, os jovens devem estimular sua criatividade, criar e continuar criando”.  O artista esteve na abertura da mostra que é um tributo aos 40 anos de carreira dele.

A mostra é uma imersão sensorial composta por 14 partes, que representam os 14 capítulos do livro “The Art of Tim Burton”. Em suas 434 páginas encontramos detalhes dos medos, processos criativos e dimensões do imaginário poético do inventor. Todo esse registro ganhou vida nas galerias organizadas pela Tim Burton Productions em parceria com a Rua 34 Produções (SP), entre outros especialistas brasileiros.

Um passeio pela mostra traz a dimensão da capacidade de produzir ou inventar coisas novas está presente em todas as obras do criador que mescla com maestria o mundo da imaginação, assim como o humor e o terror.  Aos olhos do autor, não seguir as normas pré-estabelecidas, imitando o que já foi feito várias vezes, é o caminho da originalidade. “Pensar fora da caixa” é um elemento essencial que não se restringe apenas ao contexto artístico. “A Beleza Sombria dos Monstros: Dez Anos de A Arte de Tim Burton” fica em cartaz até 11 de agosto.

A exposição é um convite a adentrar na mente do criador de 20 longas-metragens, ganhador de 23 premiações e 70 nomeações, dentre as quais após duas indicações ao Oscar, que se tornou particularmente conhecido como a força criativa por trás de filmes icônicos das últimas três décadas, tais como Beetlejuice (1988), Alice no País das Maravilhas (2010), Grandes Olhos(2014), Dumbo (2019), Big Fish (2003), entre outros.

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A curadora Jenny He e a designer Holy Kempf (Tim Burton Productions) organizaram e acompanharam o processo, a distância e presencialmente. Tim Burton também foi receptivo às propostas e interferiu criativamente para desenvolver soluções. Cerca de 110 pessoas trabalharam direta e indiretamente na concepção do projeto.

Segundo Leo Rea Lé, um dos produtores, a curadora e sua equipe participaram de todas as decisões, desde a cor usada em cada parede até o tipo de material que seria aplicado, de forma a garantir que se preservasse a integridade da obra original na maneira como seria exposta, haja vista a dimensão do artista homenageado.

As tecnologias 3D e VR utilizadas na exposição para animar alguns desenhos, levantam novas possibilidades, inspiram e são a prova concreta de que o trabalho do autor expande a novos meios, inovando e se adaptando com o passar do tempo.

Serviço

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A Beleza Sombria dos Monstros: 10 anos de A Arte de Tim Burton

De 28 de maio a 11 de agosto de 2019

No Centro Cultural Banco do Brasil (SCES Trecho 2, conjunto 22)

Entrada franca

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