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Entretenimento

Qualquer FM entrevista grandes nomes da comunicação brasileira

Podcast inovador traz conteúdo sobre o futuro do rádio e conversas com donos de vozes que ecoaram no rádio e na TV por anos.

Redação Jornal de Brasília

20/05/2024 17h17

Felipe Qualquer - criador do Podcast Qualquer FM. Foto: reprodução do Instagram.

Felipe Qualquer – criador do Podcast Qualquer FM. Foto: reprodução do Instagram.

Fernando Viana, da equipe do JBr

Você já imaginou um programa dedicado a destacar as grandes vozes da comunicação brasileira? Foi exatamente essa a ideia de um brasiliense, que criou o podcast “Qualquer FM”. Após acumular experiências no eixo Rio-São Paulo, Felipe Qualquer retornou à capital do país decidido a inovar os programas de rádio de Brasília.

Ele pesquisou conteúdos que oferecessem inovação e criatividade, focados no futuro do rádio, e criou o perfil @qualquerfm. Nesse espaço, ele compartilha conteúdos com profissionais, estudantes e apaixonados por rádio. A partir daí, surgiu o podcast “Qualquer FM”, que conta com a participação de grandes nomes da comunicação.

Com duração aproximada de 30 minutos, o programa apresenta conversas leves e descontraídas, onde os convidados compartilham suas histórias e oferecem dicas valiosas. A primeira temporada, composta por nove episódios de sucesso, contou com nomes como Mckeidy Lisita, locutor oficial da Globo, e Gislaine Martins, voz oficial do Domingo Legal por anos.

Podcast Qualquer FM

A segunda temporada do “Qualquer FM” está em planejamento e deve ir ao ar no segundo semestre de 2024, trazendo personalidades como Zeca Camargo, ex-apresentador do Fantástico, Marcelo Braga, da rádio Mix, e André Rochel, a voz dos canais Globo. O podcast está disponível em todas as plataformas digitais.

Em conversa com o JBr, Felipe Qualquer conta como surgiu a ideia do podcast, as dificuldades enfrentadas e os próximos passos do “Qualquer FM”.

Podcast Qualquer FM / Divulgação
Podcast Qualquer FM / Divulgação

Como surgiu a ideia de gravar com grandes vozes da comunicação brasileira?
O rádio está em constante transformação. Hoje, locutores não permanecem desconhecidos por muito tempo, graças às câmeras que transmitem os estúdios ao vivo e aos conteúdos produzidos pelos próprios profissionais. Existe uma curiosidade natural em conhecer as pessoas por trás das vozes que ouvimos diariamente. Por exemplo, a voz de Mckeidy Lisita, locutor da Globo há 10 anos, está no nosso imaginário coletivo. Revelar quem são essas vozes é fascinante, e o público adorou conhecer melhor esses profissionais.

Quais são os principais enfoques do podcast?
Inovação e criatividade, com um olhar voltado para música, mídias e mercado. Todas as conversas buscam responder à pergunta ‘Qual o futuro do rádio?’, oferecendo ideias, ferramentas e estratégias para profissionais, estudantes, comunicadores e ouvintes. Não há mais barreiras entre o que é transmitido no FM e o que é veiculado nas mídias sociais e na internet.

O “Qualquer FM” conta com algum patrocínio ou apoio?
A primeira temporada foi independente e já atraiu o interesse de marcas para a próxima temporada, que está em produção e deve ir ao ar no segundo semestre do ano. O podcast está sendo utilizado por diretores de emissoras como material obrigatório para atualizar suas equipes, o que é uma ótima oportunidade para marcas que desejam atingir emissoras de rádio, empresas ligadas à música e profissionais da comunicação.

Como é falar com esses grandes nomes da comunicação?
É a realização de um sonho para mim, que comecei no rádio aos 12 anos, no interior de Minas Gerais. Conversar com Gislaine Martins, por exemplo, cuja voz foi a marca dos domingos da minha família por anos, foi incrível. Falar com profissionais que acompanham grandes artistas, como Felippe Guerra e Melina Tavares, também foi extremamente satisfatório. Todos os convidados foram generosos em compartilhar dicas, conselhos e conhecimento.

Quem você sonha em levar ao podcast?
Serginho Groisman! Já o convidei e ele disse que está avaliando atender a alguns pedidos. Se ele começar a gravar, prometeu participar do ‘Qualquer FM’. Outra pessoa é Patrícia Abravanel, seria interessante conversar com a filha de um dos maiores comunicadores do mundo e entender seu processo de amadurecimento no universo da comunicação.

Vocês trabalham de forma independente? Como é feito esse trabalho e quais são as dificuldades?
Sim, trabalhamos de forma independente. Após retornar a Brasília, percebi a falta de conteúdo sobre o futuro do rádio na internet e criei o perfil @qualquerfm. A ideia do podcast surgiu da troca com o público. Não tinha condições de gravar presencialmente, então fizemos online. Eu mesmo editei e divulguei os episódios, contando com o apoio da comunidade para multiplicar a mensagem. A maior dificuldade, como para todos os criadores de conteúdo independentes, é a falta de recursos financeiros. No entanto, a primeira temporada funcionou como um piloto, atraindo apoio e patrocínio para continuar.

O que o público pode esperar da segunda temporada?
Muito conhecimento gratuito, provocando inovação e criatividade e antecipando o futuro do rádio. A segunda temporada trará experiências, estratégias e ferramentas compartilhadas pelos convidados. Pretendemos gravar presencialmente, mantendo o alto nível dos episódios e proporcionando conversas ainda mais ricas e cheias de conhecimento.

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