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Kátia Flávia
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Wanessa Camargo crava “ser amada não precisa doer” e indireta vira escândalo

Em pleno Dia dos Namorados, a cantora encheu o ator e médico Bruno Bevan de elogios e cravou que amor não precisa doer, numa carta lida do começo ao fim. E a conta de cinco meses que ela mesma fez desmonta direitinho o tal “estamos só nos conhecendo” da assessoria lá em fevereiro.

Kátia Flávia

13/06/2026 9h34

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A cantora faz declaração apaixonada a Bruno Bevan no Dia dos Namorados.

Eu tava saindo de casa pra academia no Leblon, ainda de óculos escuros e cara de quem dormiu mal, quando o telefone tocou com uma fonte do meio musical do outro lado, ofegante. “Cátia, senta que a Wanessa botou tudo no Instagram.” Voltei pra dentro, larguei a garrafinha, e abri o tal post antes mesmo de tirar o tênis. Estava lá, o textão de Dia dos Namorados que fez o Google Trends entrar em parafuso na manhã de hoje.

Wanessa Camargo, 43 anos, publicou uma coletânea de fotos com o namorado Bruno Bevan e escreveu uma carta de derreter geladeira. Falou que amor também é abrigo, que se sente acolhida, que aos 43 anos descobriu que o coração ainda acelera. E soltou a frase que virou manchete em meio mundo: “ser amada não precisa doer.” Fechou dizendo que as borboletas ainda existem. Eu li duas vezes, e na segunda já sabia exatamente pra onde aquilo apontava.

Pra quem chegou agora, Bruno Bevan tem 37 anos, é niteroiense, ator e modelo das passarelas, com novela na bagagem como A Dona do Pedaço, e ainda por cima se formou em Medicina em 2025. O homem dá consulta e depois grava cena, uma raridade. O namoro foi assumido em abril, na casa da Nicole Bahls, quando a Patixa Teló perguntou quem era o moço e a Wanessa respondeu na lata que era o namorado dela. Antes dele veio o período Dado Dolabella, aquele romance conturbado encerrado em agosto do ano passado, e é justamente pra essa página que o “amor não precisa doer” pisca o olho. Reparem que o discurso inteiro da carta, de cuidado e acolhimento, encaixa direitinho num namorado que cura gente pra viver.

Agora senta que aqui vem a parte que ninguém te contou. Wanessa escreveu “cinco meses”. Cinco meses antes de 12 de junho dá meados de janeiro. O Carnaval, onde os dois foram flagrados aos beijos na Sapucaí, só aconteceu em fevereiro, entre os dias 13 e 21. Quer dizer, no auge da especulação carnavalesca, quando a assessoria dela jurava de pés juntos pra imprensa que eles estavam “só se conhecendo”, o namoro já tinha um mês rodando. A própria declaração apaixonada entregou a data que a equipe tentou empurrar com a barriga. Eu adoro uma carta de amor que também funciona como prova documental.

Nas redes, claro, o povo já dividiu em dois times, os que choraram lendo e os que correram pro perfil do Dado pra ver se ele postava alguma coisa. Bruno, discreto como sempre, deixou a namorada brilhar sozinha no feed. E eu, que acompanho essa elite carioca de camarote, encerro com a única certeza da manhã: depois de tanta história, a Wanessa aprendeu a melhor lição do showbiz, a de que namorado bonito a gente exibe, mas namorado que cuida a gente data com cinco meses de antecedência e ainda transforma em manchete.

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