A Veja acaba de dar um passo importante na televisão brasileira. Em parceria com a Rede Brasil de Televisão, a Veja+TV levará sua cobertura especial do segundo turno das eleições presidenciais para a TV aberta neste domingo, 25 de outubro, a partir das 8h. A transmissão seguirá até a confirmação oficial do resultado, reunindo jornalistas, comentaristas e repórteres em diferentes regiões do país.
A notícia chegou até mim neste sábado chuvoso, enquanto eu estava no Cosme Velho, tomando meu suquinho de pera e participando de uma chamada de vídeo. Gente, eu achei essa parceria uma das iniciativas mais interessantes da cobertura eleitoral. Duas operações de comunicação unindo forças para ampliar o acesso à informação. É exatamente esse tipo de movimento que a televisão brasileira precisa fazer mais vezes.
A parceria permitirá que a programação jornalística da Veja+TV seja retransmitida pela Rede Brasil nas 27 capitais brasileiras. Além da televisão aberta, o conteúdo estará disponível gratuitamente nas plataformas digitais e nos serviços de TV conectada.
A transmissão começará às 8h, com o Giro Especial de Abertura, apresentado por Lívia Raick e com comentários de Ricardo Ferraz. Ao longo do dia, haverá boletins, entrevistas e entradas de repórteres. A partir das 17h, Marcela Rahal comandará o Veja em Foco Especial, acompanhando a apuração dos votos.
A cobertura contará ainda com Robson Bonin, José Benedito, Diogo Schelp e Laisa Dall’Agnol, responsável pelas atualizações da apuração diretamente dos sistemas do Tribunal Superior Eleitoral.
Marcelo Moreira, diretor da Veja+TV, destacou que a parceria amplia o alcance do jornalismo da emissora. Segundo o executivo, o canal já alcançou 20 milhões de aparelhos conectados mensalmente nas plataformas de TV gratuita com publicidade.
E aqui está o que considero mais importante nessa história: a Veja amplia sua presença na televisão aberta, enquanto a Rede Brasil incorpora à sua programação uma operação jornalística dedicada a um dos acontecimentos políticos mais importantes do país.
Não se trata de uma iniciativa inédita na televisão, mas de um exemplo relevante de como parcerias entre grupos de comunicação podem fortalecer a distribuição de conteúdo.
Afinal, minhas filhas, a televisão do futuro não precisa ser uma disputa permanente entre emissoras, revistas, plataformas e produtores independentes. A união de estruturas pode levar mais jornalismo a mais brasileiros.
Onde assistir: em São Paulo, pelo canal 10.1; no Rio de Janeiro, 51.1; em Brasília, 40.1; e em Belo Horizonte, 44.1. A cobertura também estará disponível no portal da Veja, no YouTube e nas plataformas de TV conectada.