O domingo em Alphaville virou manchete antes de a festa acabar. Simaria, de 43 anos, ficou ao lado de Simone e disparou: “Se hoje eu estou aqui, de pé, eu devo muito a você. Porque você botou pra lascar e disse: vou segurar na sua mão, eu não solto sua mão”. Simone Mendes colocou as mãos no rosto, visivelmente destruída pela emoção, e o vídeo tomou as redes ainda na noite do domingo.
O peso daquelas palavras tem história. A coluna, aqui em casa, foi lembrando de tudo enquanto assistia ao vídeo: Simaria passou pelo divórcio de Vicente Escrig em 2021, após 18 anos juntos, pelo fim da dupla com Simone em agosto de 2022, e ainda viu o próprio nome arrastado por boatos sobre suposto envolvimento com Kaká Diniz, marido da irmã. Foram anos difíceis, e Simaria foi pública ao falar sobre o acompanhamento psicológico e psiquiátrico que buscou, defendendo sem rodeios que pedir ajuda profissional não tem nada de vergonha.

Na festa, além de Simaria, estiveram a mãe das cantoras, Mara Mendes, e o irmão Caio Mendes. As duas não cantaram juntas, mas cada uma soltou a voz: Simone escolheu “Cada Volta é um Recomeço” e Simaria entrou com “É o Amor”, ambas de Zezé Di Camargo e Luciano. Separadas no repertório, unidas na sala de casa.
Para quem acompanhou essa novela de perto, a dupla que explodiu, os boatos, o sumiço, e viu aquela cena no domingo, a reconciliação mais esperada do sertanejo aconteceu sem palco, sem contrato assinado e sem empresário no meio. Só as duas, um microfone e a mão que não soltou.