Lucas Borbas, viúvo de Isabel Veloso, anunciou que está noivo de Diulia Loregian apenas cinco meses após a morte da influenciadora, que enfrentava um linfoma de Hodgkin. O novo relacionamento virou assunto nas redes por um detalhe sensível: Diulia já conhecia Isabel e foi fonoaudióloga de Arthur, filho de Lucas e Isabel, quando o bebê estava internado na UTI neonatal.
Eu ainda estava no quarto do Airbnb em Petrópolis, terminando de escolher o casaco para encarar a Bauernfest, quando uma amiga bateu na porta com a cara de quem tinha achado dinamite no Instagram. “Kátia, a noiva do viúvo conhecia a Isabel”, ela disse. Larguei a bota na cama. Porque tem fofoca que é só namoro novo. Essa já chegou com luto recente, bebê, hospital, noivado e internet farejando linha do tempo como se fosse perícia.

Diulia Loregian é fonoaudióloga, formada há dois anos pela Unicentro, e atua na área infantil. Segundo informações divulgadas pelo Diário do Centro do Mundo, ela atendeu Arthur, filho de Lucas e Isabel, durante o período em que o recém-nascido ficou internado na UTI neonatal. Na mesma época, Isabel seguia em tratamento contra o câncer.
A ligação anterior entre Diulia e a família foi o que fez o anúncio do noivado ganhar outra temperatura. Não se trata apenas de um viúvo que começou um novo relacionamento meses depois da morte da esposa. O ponto que incendiou as redes é que a nova noiva já orbitava a vida da família antes do romance se tornar público.
Desde que assumiu o namoro com Lucas, Diulia passou a publicar fotos e vídeos ao lado dele e de Arthur. No anúncio do casamento, os dois apareceram em um vídeo profissional, usando roupas claras, em clima de ensaio romântico.
“Ao seu lado, descobri que a felicidade mora nos detalhes, nos abraços demorados, nas risadas compartilhadas e na certeza de ter encontrado alguém para caminhar comigo pela vida!”, escreveu Diulia.
No Airbnb, a discussão ficou séria. Uma amiga dizia que cada pessoa vive o luto de um jeito. Outra achava cedo demais. Eu, com um pé na bota e outro na prudência, só conseguia pensar que o problema não é recomeçar a vida. O problema é quando o recomeço aparece com personagem que já estava no capítulo anterior. Aí, meu amor, a internet não lê como romance: lê como roteiro.
Lucas já vinha sendo alvo de críticas desde que assumiu o namoro cerca de três meses após a morte de Isabel. A irmã da influenciadora, Renata Veloso, afirmou que ele retirava a aliança quando acompanhava Isabel em tratamentos hospitalares. A declaração aumentou ainda mais a pressão sobre o viúvo.
Depois que internautas passaram a resgatar curtidas e interações antigas entre Lucas e Diulia, ele rebateu as acusações de traição.
“Usaram curtidas em fotos para fundamentar que eu estava traindo a Isabel enquanto ela estava doente. Golpe baixo. A minha vida continua. A Isabel me ensinou a engolir o luto enquanto eu ainda vivia com ela”, afirmou.
A frase dele é forte, mas não encerrou a polêmica. Pelo contrário. A cada nova informação sobre a proximidade antiga entre Diulia e a família, a internet volta a montar o quebra-cabeça com a delicadeza de quem derruba prato em cozinha de porcelana.
Isabel Veloso morreu após uma batalha pública contra o linfoma de Hodgkin e dividiu com os seguidores momentos importantes da doença, da maternidade e da relação com Lucas. Por isso, a vida amorosa do viúvo passou a ser acompanhada com lupa por quem se envolveu emocionalmente com a história dela.

É uma situação espinhosa. Luto não tem calendário oficial, amor não pede autorização de plateia e ninguém de fora sabe tudo o que acontece dentro de uma relação. Mas também é impossível fingir que não há um peso simbólico enorme quando a nova noiva já conhecia a esposa falecida e atuou no cuidado do filho do casal em um momento tão delicado.
Saí do quarto ainda sem saber qual casaco usar, mas com uma certeza: essa história vai render muito mais. Porque noivado cinco meses depois da morte já seria assunto. Noiva que conhecia Isabel, cuidou do bebê na UTI e agora aparece em vídeo romântico com o viúvo é o tipo de detalhe que transforma fofoca em incêndio de grupo de família.